segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

Cabeceiras de Basto antiga 7

E por último,
Interior do templo de Refojos - a Tribuna


A má convivência...


A convivência democrática impõe o respeito pelas liberdades e nomeadamente pela liberdade de imprensa.
Um pouco por todo o lado, vamo-nos deparando com situações merecedoras de crítica.
Crítica que cada vez é mais evidente, mas menos assumida publicamente.
Por isso, o texto de Henrique Raposo, na edição de ontem, no semanário Expresso, é uma lufada de ar quente, em noite de Inverno.


Não será que todos nós não conhecemos já este filme de outras paragens e com outros protagonistas?

domingo, 7 de Fevereiro de 2010

Cabeceiras de Basto antiga 6

Um trecho das ruas Jeronymo Pacheco e Guilherme d'Abreu
- Vista geral da Rapozeira


Publico de seguida um comentário que o meu amigo Francisco Pacheco me fez chegar, o qual reconhecido agradeço.

Olá Mário

Parabéns pelas 4 fotos inseridas no teu blog. Já a Hicon no seu sítio, há umas semanas atrás, publicou uma série de fotos sobre Cabeceiras de Basto antiga. Também, há uns anos, um periódico cabeceirense publicou um conjunto de fotografias de aspectos da vila e paralelamente umas fotos actuais dos mesmos espaços.

É gratificante visualizar a nossa Terra como ela era no tempo dos nossos avós. Em relação à quinta foto, a meu ver tem, dados curiosos: Ela foi tirada antes de 1910 por causa do nome Barjona de Freitas, Ministro da Justiça que atribuiu a Comarcã a Cabeceiras de Basto, mas posterior a 1835 (?) porque a fachada do Colégio já está alterada; A "barraca" da barbearia já está construída; o Jardim, ainda, não está dividido em canteiros e o que me chamou mais a atenção é o facto do Cruzeiro está implantado, mais ou menos, no local onde foi plantada a actual Palmeira e o facto de ele estar colocado ao nível do chão do Jardim, e, actualmente, estar posto em cima de uma série de degraus. Ficam, as seguintes questões: - Quando é que alguém faz a história da nossa "Sala de Visitas? - Porque não publicar as imensas fotos existentes sobre o Jardim em "forma de bacalhau"?

Abraço

Francisco Pacheco

*******

Mário
Após te enviar verifiquei o seguinte: a data de 1835 é a data da extinção das Ordens Religiosas pelo "Mata Frades" e não era a essa que me queria referir, mas sim à data que existe nos portões tanto na porta de entrada como no portão de ferro colocado no escadario interior e penso que é de 1885, mas não tenho a certeza por isso o (?). Ok?
Abraço
Francisco Pacheco

sábado, 6 de Fevereiro de 2010

Cabeceiras de Basto antiga 5

Praça do Barjona de Feitas



Hoje é a designada Praça da República, enquanto a antiga designação passou para o também designado Campo do Seco. A mania das mudanças de nomes não é só dos nossos tempos...

Opinião - Nuno Rogeiro (JN)


Mais um texto interessante sobre a actualidade.
Pena que os nossos comentadores tenham precisado de tanto tempo para se darem conta do "estado do país" e dos caminhos que percorria.
Compartilho com os leitores este artigo de Nuno Rogeiro, publicado no JN de 5/2/10.

Opinião - Jornal de Notícias

sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

Cabeceiras de Basto antiga 4

Mosteiro de Refojos e edifício da Câmara Municipal