Pela Liberdade! Como sempre na batalha pela Liberdade (de expressão) e pela Democracia. Mais um desafio a vencer!
sexta-feira, 11 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
Compromisso...
A atitude de não me comprometam é muito típica dos nossos dias. "Eu não tenho nada a ver com isso, portanto não tomo partido, não enfrento esse problema." Há muitas pessoas que, com grandes e boas razões, querem ficar bem com todos e fogem dos compromissos. Mas comprometer-se é prova de carácter, um compromisso obriga sempre a optar por um caminho, com todas as suas consequências.
terça-feira, 8 de março de 2011
Carnaval no Arco de Baúlhe
O poder político municipal foi o "bombo da festa", como se costuma dizer.
E motivos não faltaram: o encerramento do Agrupamento de Escolas, a criação de uma associação de pais na esfera do poder e a falta de licenciamento do lar e creche da ARCA.
Carros alegóricos e muitas mensagens críticas deram o tom sarcástico enquanto os bombos e a escola de samba deram o ritmo e o colorido ao desfile.
Com o devido reconhecimento, deixo aqui as fotos, da autoria do Dr. Telmo Bértolo.
Dia da Mulher
CARNAVAL

Hoje é dia de Carnaval, dia de folia, de alegria.
Bem preciso é quando todos nós andamos desmotivados, crispados e sem esperança de um futuro melhor.
Nada é melhor do que uma boa gargalhada... vamos a elas!
segunda-feira, 7 de março de 2011
PARA LER E MEDITAR
Para ler e reflectir desapaixonadamente sobre o actual estado da Europa e tentar achar soluções dinamicas e eficazes nesta conjuntura, sem fazer politica de avestruz....Nenhum país ou empresa sobrevive quando gasta muito acima da sua real produtividade....realmente endividar-se para manter um determinado estilo de vida, não pode durar muito... é uma análise demasiado crua e impiedosa e dolorosa, mas não deixa de tocar em alguns assuntos chaves e que têm sido tabus na Europa.
PARA LER E MEDITAR
Entrevista de um professor chinês de economia, sobre a Europa, o Prof. Kuing
Yaman - que viveu em França:
1. A sociedade europeia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo
social é muito exigente em meios financeiros. Mas, ao mesmo tempo, os
europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes interessam:
lazer/entretenimento, ecologia e futebol na TV! Vivem, portanto, bem acima
dos seus meios. Porque é preciso pagar estes sonhos de miúdos...
2. Os seus industriais deslocalizam-se porque não estão disponíveis para
suportar o custo de trabalho na Europa, os seus impostos e taxas para
financiar a sua assistência generalizada.
3. Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão
pagar 'a conta'.
4. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo.
Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não
poderão honrá-la.
5. Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos
'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão
fiscal. É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam riqueza.
6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando mas
sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos
há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por
impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É
uma inversão de valores.
7. Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e
sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o
abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da China!
8. Dentro de uma ou duas gerações 'nós' (os chineses) iremos ultrapassá-los.
Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacas de arroz...
9. Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado...
10. Vão (os europeus) direitos a um muro e a alta velocidade...
terça-feira, 1 de março de 2011
O que correu mal na nossa história?
Um jovem diplomata, em diálogo com um colega mais velho, revelava o seu inconformismo. A situação económica do país era complexa, os índices nacionais de crescimento e bem-estar, se bem que em progressão, revelavam uma distância, ainda significativa, face aos dos nossos parceiros. Olhando retrospectivamente, tudo parecia indicar que uma qualquer "sina" nos condenava a esta permanente "décalage". E, contudo, olhando para o nosso passado, Portugal "partira" bem:
- Francamente, senhor embaixador, devo confessar que não percebo o que correu mal na nossa história. Como é possível que nós, um povo que descende das gerações de portugueses que "deram novos mundos ao mundo", que criaram o Brasil, que viajaram pela África e pela Índia, que foram até ao Japão e a lugares bem mais longínquos, que deixaram uma língua e traços de cultura que ainda hoje sobrevivem e são lembrados com admiração, como é possível que hoje sejamos o mais pobre país da Europa ocidental.
O embaixador sorriu, benévolo e sábio, ao responder ao seu jovem colaborador:
- Meu caro, você está muito enganado. Nós não descendemos dessa gente aventureira, que teve a audácia e a coragem de partir pelo mundo, nas caravelas, que fez uma obra notável, de rasgo e ambição.
- Não descendemos? - reagiu, perplexo, o jovem diplomata - Então de quem descendemos nós?
- Nós descendemos dos que ficaram por aqui...