domingo, 27 de fevereiro de 2011

Congresso dos TSD

Terminou hoje o XII Congresso dos TSD, realizado na Régua, com a eleição dos órgãos da estrutura e a sessão de encerramento presidida pelo líder do PSD, Passos Coelho.
Do acto eleitoral realizado, resultou a eleição de Pedro Roque para novo secretário-geral dos TSD, substituindo, ao fim de 26 anos, Arménio Santos.
Na sua lista inclui-se Serafim Rebelo do Secretariado de Braga.
Na sua lista para o Conselho Nacional, encabeçada por João Dias da Silva, foram eleitos Mário Leite e Francisco Xavier, também em representação do Secretariado de Braga.
Na lista B, o Secretariado de Braga tinha também dois companheiros, um de que não retive o nome e o meu amigo Adelino Silva, mas que não obtiveram eleição directa.
A sessão de encerramento foi marcada pela homenagem a Arménio Santos, que cessou funções, e pelo discurso de Passos Coelho.
Discurso em que respondeu a Sócrates dizendo que a "estabilidade é um instrumento e não um fim" e disse não entender porque é que o Governo continua a "desviar recursos na economia para o que não é necessário e não manda parar, enquanto vai a tempo, aquilo que pode consumir mais recursos no futuro e custar mais emprego em Portugal.
O concelho de Cabeceiras de Basto esteve representado na delegação do Secretariado de Braga pelos congressistas Mário Leite e Francisco Magalhães.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Congresso dos TSD



Este fim-de-semana decorre o XII Congresso dos TSD, no Peso da Régua.
Aqui estou em representação do Secretariado Distrital de Braga.
Tive a oportunidade de usar da palavra para pedir que o Congresso reflicta sobre os problemas dos trabalhadores e dos portugueses em geral: o desemprego, a educação, a saúde, a crise económica; mas que se afirme a alternativa com propostas credíveis, propostas objectivas, metas alcançáveis.
Só assim os portugueses poderão confiar em nós e consubstanciar a alternativa que se exige.
Só assim Portugal pode vencer.
Portugal tem de vencer!

O flagelo continua

O desemprego continua a aumentar no nosso concelho, ao contrário do que acontece na maioria dos concelhos do distrito.
Infelizmente, para nós cabeceirenses, o flagelo continua.
Com ele, aumentam as dificuldades, muitas famílias caminham a passos largos para a miséria.
É este o presente que nos venderam como um excelente futuro.
É deste presente que caminhamos para um futuro preocupante.
Ou mudamos de rumo ou então vamos cair mesmo no precipício.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Asininos têm casa nova no Centro Hípico de Cabeceiras de Basto

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto construiu um espaço para albergar os asininos no Centro Hípico.
As instalações agora construídas permitem acolher estes animais em melhores condições e com mais segurança, contribuindo simultaneamente para a valorização destes animais, vulgarmente designados de burros, que é actualmente uma espécie protegida.
Motivo de grande atracção, a sua presença no Centro Hípico de Cabeceiras de Basto, tem despertado a
curiosidade de crianças e adultos.
No Centro Hípico de Cabeceiras de Basto os visitantes podem ainda dar uma voltinha de burro, desfrutando do magnífico espaço onde se encontram também diversos exemplares de cavalos das raças garrana e lusitana.
TV Minho - 02/24/2011

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

GRÁFICOS QUE ILUSTRAM A SITUAÇÃO ACTUAL

1) A média do crescimento económico é a pior dos últimos 90 anos

Fonte: Santos Pereira (2011)

2) A dívida pública é a maior dos últimos 160 anos

Dívida pública portuguesa em % do PIB, 1850-2010

Fonte: Santos Pereira (2011)

3) A dívida externa é, no mínimo, a maior dos últimos 120 anos (desde que o país declarou uma bancarrota parcial em 1892)

Dívida externa bruta em % do PIB, 1999-2010

Fonte: Santos Pereira (2011)

4) O desemprego é, no mínimo, o maior dos últimos 80 anos. Temos 610 mil desempregados, dos quais 300 mil são de longa duração

Taxa de desemprego em Portugal, 1932-2010

Fonte: Santos Pereira (2011)

5) Voltámos à divergência económica com a Europa, após décadas de convergência

PIB per capita português em % do PIB per capita da Europa Avançada

Fonte: Santos Pereira e Lains (2010)

6) Vivemos actualmente a segunda maior vaga de emigração dos últimos 160 anos

Emigração portuguesa (milhares de pessoas), 1850-2008

Fonte: Santos Pereira (2010)

7) Temos a taxa de poupança mais baixa dos últimos 50 anos

Taxa de poupança bruta, 1960-2010

Fonte: AMECO, Santos Pereira (2011)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Governo português contra a defesa dos cristãos

Quando ouvimos notícias sobre atentados contra cristãos, sofremos e, muitas vezes, revoltamo-nos ao saber que foram mortos cobardemente por ódio à fé, enquanto rezavam, como aconteceu recentemente no Iraque e no Egipto.

Entre nós – no Ocidente - não há perseguição aberta nem martírios frequentes, mas muitos cristãos sofrem certa pressão e discriminação: ao nível da opinião pública, nos programas de ensino impostos pelo Governo, na legislação sobre saúde, sobre a família e a vida humana... Enfim, cada um de nós é capaz de enunciar já hoje um ou outro caso.
Às claras, ou veladamente, a violência e intolerância contra os cristãos é sempre condenável. Claro! Foi o que também achou o ministro dos Negócios Estrangeiros de Itália ao propor, esta semana, à UE, uma declaração conjunta para condenar a perseguição religiosa anti-cristã.
A proposta italiana teve o apoio da grande maioria dos ministros dos Negócios Estrangeiros da União, mas foi bloqueada por cinco países: Portugal, Espanha, Luxemburgo, Irlanda e Chipre. E, por isso, não se chegou a acordo.
Ficamos, pois, a saber que o Governo de Portugal é líder na Europa contra a defesa dos cristãos.

Aura Miguel, RR on-line 04-02-2011 09:45

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Liberdade e independência

Não podemos afirmar a nossa dignidade sem liberdade e independência.
A liberdade interior, que é bem mais importante do que a liberdade exterior, consiste em possuir um coração puro que não cede a influências e a pressões.
A independência é, antes de mais, seguir uma lei própria, ser autónomo nas decisões e opções que vamos fazendo e que configuram a nossa vida.
Não é fácil em muitas situações ser livre e independente, todos nós conhecemos exemplos disso mesmo, mas é indispensável e devemos contribuir para que outros o consigam ser.

Li isto, hoje, no corpo de um e-mail.
Achei interessante para compartilhar e vem a propósito...