Pela Liberdade! Como sempre na batalha pela Liberdade (de expressão) e pela Democracia. Mais um desafio a vencer!
terça-feira, 18 de outubro de 2011
ideias2020: Ideias 2020 – um projeto paraCabeceirasA apresenta...
ideias2020: Ideias 2020 – um projeto paraCabeceirasA apresenta...: Ideias 2020 – um projeto para Cabeceiras A apresentação pública da iniciativa “ ideias 2020 – um projeto para Cabeceiras ” teve lugar...
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Um novo modelo de desenvolvimento
Os tempos estão difíceis.
Muito se fala da necessidade de aumentar a produtividade,
ser competitivo, dar espaço ao empreendedorismo.
Porém, como fazê-lo num cenário de fortes restrições, de
elevados impostos, de incerteza económica, de conflitualidade social e
sindical?
Este é um dilema para o qual não há uma resposta efetivamente
positiva.
Mas temos de fazer pela vida. Cada um de nós, cada grupo
profissional, cada comunidade, cada país. A Europa e as demais regiões do nosso
Mundo.
Da sociedade à rasca, temos de criar uma sociedade que se
desenrasca.
Em Cabeceiras de Basto, temos vivido à sombra dos poderes
públicos e sob a sua lei.
Ao longo dos últimos anos, muitos!, a sociedade habituou-se
a aceitar passivamente a ação da autarquia como o agente económico de
desenvolvimento local. O mercado de emprego centrou-se no município e nas
empresas ou entidades tuteladas pela Câmara Municipal.
Quando o mercado aconselhava a abertura de novos horizontes,
com a possível instalação de empresas, fábricas, hipermercado, hotel, de entre
outros, sempre apareceram milagrosos argumentos que o impediram.
O facto é que durante o período de expansão, o período das
vacas gordas, como se costuma dizer, nada disso foi feito.
O PROCOM serviu mais a autarquia que os comerciantes.
O PRODER seguiu o mesmo caminho, mais direcionado para a
administração local do que para a sociedade civil.
Por outro lado, os recursos naturais não foram valorizados,
a agricultura, a pecuária, a silvicultura foram definhando.
Os produtos locais, tantas vezes apregoados, não ganharam
expressão significativa na atividade económica local.
Mesmo quando se construíram as zonas industriais de Lameiros
e Olela, não se cuidou de assegurar a sua sustentabilidade e a crise veio
trazer e acentuar os níveis de desemprego.
Agora, em tempos de crise, fomos informados que a autarquia
vai apostar em múltiplas zonas industriais no concelho. Boa medida, em tempo
errado. Pode render em popularidade, mas não vai render em resultados. Não
estamos em época de crescimento.
Isso não quer dizer que não se tente, que não venha a ser
instalada no concelho qualquer unidade industrial. Mas seguramente, nos dias de
hoje, não é essa a solução. Já foi o tempo e foi perdido.
Agora exige-se um novo modelo de desenvolvimento, realista e
sustentado.
Centrado nos recursos locais, nas potencialidades do nosso
património natural, do nosso património arquitetónico, do nosso património
cultural. Sobretudo nas potencialidades das pessoas, do seu conhecimento e, das
suas capacidades.
É um novo paradigma que urge seguir, sob pena de voltarmos a
perder o futuro.
Para isso temos de ter a atitude de partilhar projetos, informar,
formar, cooperar, agir em rede, com autonomia e liberdade.
Enfim, mudar de vida, mudar Cabeceiras.
Publicado na edição online de "O Basto"
Etiquetas:
Cabeceiras de Basto,
desenvolvimento,
economia,
O Basto,
política,
sociedade
domingo, 9 de outubro de 2011
Lição de economia...
Uma «forma» de a «equacionar»....
O Nobel da Economia, Prof. Dr. Wass Catar, explica bem como se deve pensar a economia actual.
1. Se em Janeiro de 2010 tivessem investido 1.000 euros em acções do Royal Bank of Scotland, um dos maiores bancos do Reino Unido, teriam hoje 29 euros!!
2. Se em Janeiro de 2010 tivessem investido 1.000 euros em acções da Lemon & Brothers, teriam hoje 0 euros !!!
3. Mas, se em Janeiro de 2010 tivessem gasto 1.000 euros em bom vinho tinto ( e não em acções ) e tivessem já bebido tudo, teriam, em garrafas vazias, 46 euros.
Conclusão: No cenário económico atual é preferível esperar sentado e ir bebendo um bom vinho. Não se esqueçam que quem sabe beber vive :
-Menos triste;
-Menos tenso;
-Mais contente com a vida.
Pensem nisto e invistam na alegria de viver.
1. Se em Janeiro de 2010 tivessem investido 1.000 euros em acções do Royal Bank of Scotland, um dos maiores bancos do Reino Unido, teriam hoje 29 euros!!
2. Se em Janeiro de 2010 tivessem investido 1.000 euros em acções da Lemon & Brothers, teriam hoje 0 euros !!!
3. Mas, se em Janeiro de 2010 tivessem gasto 1.000 euros em bom vinho tinto ( e não em acções ) e tivessem já bebido tudo, teriam, em garrafas vazias, 46 euros.
Conclusão: No cenário económico atual é preferível esperar sentado e ir bebendo um bom vinho. Não se esqueçam que quem sabe beber vive :
-Menos triste;
-Menos tenso;
-Mais contente com a vida.
Pensem nisto e invistam na alegria de viver.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Omens sem H
Espantam-se? Não se espantem. Lá chegaremos. No Brasil, pelo menos, já se escreve "umidade". Para facilitar? Não parece. A Bahia, felizmente, mantém orgulhosa o seu H (sem o qual seria uma baía qualquer), Itamar Assumpção ainda não perdeu o P e até Adriana Calcanhotto duplicou o T do nome porque fica bonito e porque sim.Isto de tirar e pôr letras não é bem como fazer lego, embora pareça.
Há uma poética na grafia que pode estragar-se com demasiadas lavagens a seco. Por exemplo: no Brasil há dois diários que ostentam no título esta antiguidade: Jornal do Commercio. Com duplo M, como o genial Drummond. Datam ambos dos anos 1820 e não actualizaram o nome até hoje. Comércio vem do latim commercium e na primeira vaga simplificadora perdeu, como se sabe, um M. Nivelando por baixo, temendo talvez que o povo ignaro não conseguisse nunca escrever como a minoria culta, a língua portuguesa foi perdendo parte das suas raízes latinas. Outras línguas, obviamente atrasadas, viraram a cara à modernização. É por isso que, hoje em dia, idiomas tão medievais quanto o inglês ou o francês consagram pharmacy e pharmacie (do grego pharmakeia e do latim pharmacïa) em lugar de farmácia; ou commerce em vez de comércio. O português tem andado, assim, satisfeito, a "limpar" acentos e consoantes espúrias. Até à lavagem de 1990, a mais recente, que permite até ao mais analfabeto dos analfabetos escrever sem nenhum medo de errar. Até porque, felicidade suprema, pode errar que ninguém nota. "É positivo para as crianças", diz o iluminado Bechara, uma das inteligências que empunha, feliz, o facho do Acordo Ortográfico.
É verdade, as crianças, como ninguém se lembrou delas? O que passarão as pobres crianças inglesas, francesas, holandesas, alemãs, italianas, espanholas, em países onde há tantas consoantes duplas, tremas e hífens? A escrever summer, bibliographie, tappezzería, damnificar, mitteleuropäischen? Já viram o que é ter de escrever Abschnitt für sonnenschirme nas praias em vez de "zona de chapéus de sol"? Por isso é que nesses países com línguas tão complicadas (já para não falar na China, no Japão ou nas Arábias, valha-nos Deus) as crianças sofrem tanto para escrever nas línguas maternas. Portugal, lavador-mor de grafias antigas, dá agora primazia à fonética, pois, disse-o um dia outra das inteligências pró-Acordo, "a oralidade precede a escrita". Se é assim, tirem o H a homem ou a humanidade que não faz falta nenhuma. E escrevam Oliúde quando falarem de cinema. A etimologia foi uma invenção de loucos, tornemo-nos compulsivamente fonéticos.
Mas há mais: sabem que acabou o café-da-manhã? Agora é café da manhã. Pois é, as palavras compostas por justaposição (com hífens) são outro estorvo. Por isso os "acordistas" advogam cor de rosa (sem hífens) em vez de cor-de-rosa. Mas não pensaram, ó míseros, que há rosas de várias cores? Vermelhas? Amarelas? Brancas? Até cu-dejudas deixou, para eles, de ser lugar remoto para ser o cu do próprio Judas, com caixa alta, assim mesmo. Só omens sem H podem ter inventado isto, é garantido.
Por Nuno Pacheco
Jornalista
Ultimamente tenho feito a verificação ortográfica pelo novo acordo, em função da facilidade de escrita no computador. No entanto, concordo com Nuno Pacheco.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
Dr. Joaquim Santos
Republico notícia do
Correio do Minho - Notícias
sobre o nosso conterrâneo e amigo Dr. Joaquim Santos.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Acabar com a “gordura do Estado”
Com a assinatura, pelo Governo de José Sócrates, do acordo com a “troika”, Portugal ficou obrigado a um conjunto de medidas que, quem quer que fosse, teria de cumprir para contar com mais uns milhares de milhões de euros, fundamentais ao dia-a-dia dos portugueses.
Nesse acordo estava o aumento de impostos, mas estava também o corte nas despesas do Estado, que aliás todos reclamavam, mas que se evitava por todas a formas.
Enquanto o PS de Sócrates (e pelo que parece o de Seguro também – as propostas que apresenta não servem os objetivos a que se propõem) procurou fugir sempre ao cumprimento das suas obrigações e manter o sorvedouro de dinheiros públicos, o PSD prometeu cortar nas “gorduras de Estado”.
O atual Governo ainda não tem três meses de exercício, mas já se lhe exige medidas de há décadas. Mas não é por isso que elas não vão sendo tomadas.
É certo que teve de usar o aumento de impostos para fazer face aos buracos que foram surgindo. Muitos que estavam escondidos na administração do Estado, também os da Madeira, veremos se não virão alguns dos Açores.
Mas, em pouco tempo, o Governo fez o levantamento de uma série de estruturas, cargos dirigentes e despesas supérfluas de que pode abdicar.
No Conselho de Ministro de ontem, aprovou o Plano de Redução e Melhoria da Administração Central do Estado – PREMAC, no qual são identificados os organismos e os dirigentes que vão ser extintos e reconvertidos, permitindo uma redução de 27% no número de dirigentes superiores e intermédios, num esforço sem precedentes.
Claro que agora virão sempre dizer que se vai contribuir para o desemprego, que é mais uma medida cega e economicista, e demais adjetivações demagógicas.
No entanto, são as medidas que há muito se exigiam para o saneamento da nossa economia. São medidas essenciais ao cumprimento dos nossos objetivos, que o anterior Governo (não esquecer) acordou com a “troika”.
Não tendo independência económica e financeira, estamos nas mãos dos nossos credores.
Não foi o PSD que levou o país à bancarrota em seis anos. Mas é o PSD, como tem sido ao longo destes anos de democracia, que tem de fazer as reformas que se exigem, que promove a reestruturação do Estado, que proporciona o equilíbrio das contas públicas.
O PSD cumpre assim o seu desígnio, cumpre as promessas que fez, e procura tirar Portugal da profunda crise em que se encontra.
Assim seja capaz de o fazer, sob pena de todos nós perdermos muito mais ainda.
Nesse acordo estava o aumento de impostos, mas estava também o corte nas despesas do Estado, que aliás todos reclamavam, mas que se evitava por todas a formas.
Enquanto o PS de Sócrates (e pelo que parece o de Seguro também – as propostas que apresenta não servem os objetivos a que se propõem) procurou fugir sempre ao cumprimento das suas obrigações e manter o sorvedouro de dinheiros públicos, o PSD prometeu cortar nas “gorduras de Estado”.
O atual Governo ainda não tem três meses de exercício, mas já se lhe exige medidas de há décadas. Mas não é por isso que elas não vão sendo tomadas.
É certo que teve de usar o aumento de impostos para fazer face aos buracos que foram surgindo. Muitos que estavam escondidos na administração do Estado, também os da Madeira, veremos se não virão alguns dos Açores.
Mas, em pouco tempo, o Governo fez o levantamento de uma série de estruturas, cargos dirigentes e despesas supérfluas de que pode abdicar.
No Conselho de Ministro de ontem, aprovou o Plano de Redução e Melhoria da Administração Central do Estado – PREMAC, no qual são identificados os organismos e os dirigentes que vão ser extintos e reconvertidos, permitindo uma redução de 27% no número de dirigentes superiores e intermédios, num esforço sem precedentes.
Claro que agora virão sempre dizer que se vai contribuir para o desemprego, que é mais uma medida cega e economicista, e demais adjetivações demagógicas.
No entanto, são as medidas que há muito se exigiam para o saneamento da nossa economia. São medidas essenciais ao cumprimento dos nossos objetivos, que o anterior Governo (não esquecer) acordou com a “troika”.
Não tendo independência económica e financeira, estamos nas mãos dos nossos credores.
Não foi o PSD que levou o país à bancarrota em seis anos. Mas é o PSD, como tem sido ao longo destes anos de democracia, que tem de fazer as reformas que se exigem, que promove a reestruturação do Estado, que proporciona o equilíbrio das contas públicas.
O PSD cumpre assim o seu desígnio, cumpre as promessas que fez, e procura tirar Portugal da profunda crise em que se encontra.
Assim seja capaz de o fazer, sob pena de todos nós perdermos muito mais ainda.
Publicado na edição online de "O Basto"
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