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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Figuras da nossa Terra

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Foto cedida por Francisco Pacheco

Herculano José Vieira Mendes, natural de Abadim, Cabeceiras de Basto, foi um atleta português.

Também um exímio praticante e professor do "jogo do pau", iniciou-se no Atletismo em 1926, num torneio particular que se realizou no Porto, representando, na altura, o Sporting Clube de Braga. Inscrito nas provas de lançamento, Herculano Mendes que, mais tarde, viria a ser dono e senhor daquelas difíceis disciplinas - 351 títulos na sua carreira, alcançou resultados modestos, nada optimistas quanto ao seu futuro como atleta.

Em 16 de Março de 1927, Roberto Machado, técnico do ACADÉMICO FUTEBOL CLUBE (Porto), recebeu uma carta de Herculano, oferecendo-se para representar o clube. E foi no Porto, no Académico, que acabou por se tornar num atleta de rara eleição, que à data do seu falecimento (13/01/1975) ainda era o recordista do Norte do lançamento do martelo.

Durante 20 anos, foi crónico campeão regional e nacional no martelo alcançando, ainda, outros títulos regionais e nacionais no lançamento do disco e do dardo.

Cinco vezes foi convocado para a Selecção Nacional, a última das quais em 1950, numa altura em que, práticamente, já havia abandonado a actividade desportiva.

Homem de uma modéstia exemplar foi durante toda a sua vida um academista dedicado, contribuíndo de forma desinteressada para a iniciação e formação de imensos jovens na prática desportiva, especialmente no atletismo.

Mais que as palavras, os títulos falam deste "homenzarrão" que no lançamento do martelo nunca teve igual.


In: http://pt.wikipedia.org/wiki/Herculano_Mendes

domingo, 8 de agosto de 2010

O calor e os fogos


O verão é tempo de calor. Disso ninguém duvida.
No entanto, os últimos tempos têm feito subir o mercúrio dos termómetros bem acima do que é usual.
Com o calor, vêm os fogos florestais.
Até há poucos dias, a nossa zona tinha sido imune a grandes fogos, mas neste fim-de-semana a coisa complicou-se.
É a tragédia do costume.
A norte e ao centro, Portugal arde todos os anos, destruindo o nosso bem mais precioso: as florestas.
Muitas vezes, acresce ainda avultados prejuízos patrimoniais: casas, alfaias agrícolas, viaturas, animais, rações.
Também algumas vidas humanas, perdas insuperáveis.
Já era tempo de se debelar este estado das coisas.
Primeiro pela prevenção, prevenção eficaz e consistente, depois por adequados meios, que tivessem em conta a real situação das diferentes regiões do país.
Normalmente não acontece nem uma nem outra das coisas.
Sei também que não é fácil satisfazer estas duas condições.
E enquanto assim for, continuaremos a confrontarmo-nos com mais fogos, mais prejuízos e mais perdas humanas.
E assim alegremente vamos desperdiçando as nossas riquezas.
Quando Portugal for um deserto, daqui a alguns anos, aqueles que cá estiverem procurarão outras paragens...

(Não me constou que a pista de aeronaves de Abadim tenha servido para apoio ao combate aos fogos florestais. Das duas uma, ou não foi feita para isso ou então não está a servir o fim para que foi criada. Em qualquer dos casos, uma situação que não se compreende.)

domingo, 10 de janeiro de 2010

Cai leve, levemente…


Assim começa a balada da neve.


Assim hoje aconteceu desde manhã. A neve caiu, caiu, cobrindo a paisagem de uma alvura entrecortada com o cinzento das nuvens, o verde dos pinheiros e as diferentes cores das casas.

Uma paisagem sempre maravilhosa.

Os amantes da fotografia puderam registar momentos inesquecíveis.

Aqui ficam duas fotos tiradas pelo meu amigo Francisco Pacheco, em Refojos de Basto e Abadim.



terça-feira, 18 de agosto de 2009

Levantar voo



No passado domingo, foi inaugurada a pista de aeronaves em Abadim.
Foi mais um pretexto para "deitar figura", em época eleitoral e presentear os dignitários do Exército com mais um acto público de reconhecimento.
Bem o merecem, já que adoptaram o nosso concelho como "afilhado", o que tem permitido fazer muita obra a baixo custo.
Isso tem sido bom para Cabeceiras.
No entanto, foi afirmado que a obra da pista custou ao município a módica quantia de um milhão duzentos e cinquenta mil euros, o que na boa moeda portuguesa representava qualquer coisa como duzentos e cinquenta mil contos, que todos nós cabeceirenses temos de pagar.
O que representa cerca de quinze contos (setenta e cinco euros) a cada cabeceirense.
Creio que nunca nos perguntaram se estávamos ou não dispostos a pagar tal valor por esta obra.
Nunca nos disseram claramente o que fazer deste empreendimento.
Mesmo hoje, há diferentes ideias para o mesmo.
Tenho muitas dúvidas quanto à utilidade e funcionalidade desta pista.
Basta ver o que tem acontecido com outras bem melhor localizadas e equipadas.
Mas depois do mel derramado, nada a fazer...

domingo, 26 de julho de 2009

Oural Summer Party


Mas este fim-de-semana Cabeceiras está em cheio.
Para a malta jovem, realiza-se esta noite o Oural Summer Party'09.
Mais uma boa iniciativa, que se repete e a merecer novas edições.
Viva o Verão!