Mostrar mensagens com a etiqueta solidariedade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta solidariedade. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 6 de abril de 2011

O exemplo do Japão

Enquanto o Japão conta os mortos (quase 17 mil, segundo as últimas estimativas oficiais) e eleva de quatro para cinco o nível de alerta nuclear, já a dois níveis do que se atingiu em Chernobyl, um jornalista da CNN, Jack Cafferty, não esconde a surpresa e faz uma pergunta:
«Tendo em conta a escassez de comida e a incrível destruição, incluindo em Tóquio, por que razão não estão a ocorrer episódios de pilhagens e vandalismo no Japão?»
Cafferty estabelece um paralelo com o que sucedeu no seu próprio país depois da passagem devastadora do furacão Katrina e cita um colega, Ed West, do Telegraph.
West escreveu uma crónica na qual se confessava «estupefacto» pela reacção ordeira do povo japonês ao terramoto e ao tsunami, e do sentimento de solidariedade que encontrou um pouco por todo o lado.
«As cadeias de supermercado baixaram drasticamente os preços dos produtos assim que ficou clara a dimensão da catástrofe», conta Ed West. «Vendedores de bebidas começaram a distribui-las gratuitamente, com a justificação de que todos trabalhavam para assegurar a sobrevivência de todos».
Cafferty adianta uma explicação: os japoneses possuem um código moral tão elevado que se mantém intacto mesmo nas horas mais sombrias, mesmo quando só existe destruição em redor.
Esta atitude não é por caridade. É SOLIDARIEDADE.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Desemprego aumenta

O "Correio do Minho" fez a análise dos dados fornecidos pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, referentes ao fim do mês de Dezembro, e que realça o percurso anual.
Regista que no distrito de Braga o desemprego tem vindo a baixar ao longo dos últimos três meses.
Sabe-se que parte destes dados resultam das medidas adoptadas para limpar muitos dos desempregados das bases de dados.
Mas, nem mesmo assim, no nosso concelho, os resultados melhoraram, bem pelo contrário.
De acordo com os dados referidos "Cabeceiras de Basto fechou o ano com 1371 desempregados, mais 38 do que em Novembro."
Infelizmente vivemos um ano de constante agravamento de um dos factores que maiores preocupações trazem a cada um de nós.
Mais de um milhar de pessoas, muitas famílias inteiras, são vítimas deste flagelo. Muitas mais estão a viver situação idêntica e que não constam dos números oficiais. Quanta miséria, quanta miséria escondida!
É este o resultado das políticas socialistas que nos impingem há já tempo demais.
É tempo de mudar. É tempo de solidariedade e é bom que as instituições do sector olhem com atenção para a sociedade, para os mais desprotegidos, para aqueles que mais sofrem com esta crise.
Os dados tornados públicos são um enorme aviso a todos nós.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Deixem-me ver se entendo ...


Se atravessares a fronteira da Coreia do Norte ilegalmente, és
condenado a 12 anos de trabalhos forçados.
Se atravessares a fronteira iraniana ilegalmente, és detido sem limite
de prazo.
Se atravessares a fronteira afegã ilegalmente, és alvejado.
Se atravessares a fronteira da Arábia Saudita ilegalmente, serás
preso.
Se atravessares a fronteira chinesa ilegalmente, nunca mais ninguém
ouvirá falar de ti.
Se atravessares a fronteira venezuelana, serás considerado um espião e
o teu destino está traçado.
Se atravessares a fronteira cubana ilegalmente, serás atirado para
dentro de um navio para os E.U.A.

MAS ...
Se entrares por alguma fronteira da União Europeia ilegalmente,
TERÁS:
Um abrigo ...
Um trabalho ...

Carta de Condução...
Cartão Europeu de Saúde...
Segurança Social ...

Crédito Familiar ...

Cartões de Crédito ...
Renda de casa subsidiada ou empréstimo bancário para a sua compra ...

Escolaridade gratuita ...
Serviço Nacional de Saúde gratuito ...
Um representante no Parlamento ...
Podes votar, e mesmo concorrer a um cargo público ...
Ou mesmo fundares o teu próprio partido político !
E por último, mas não menos importante, podes manifestar-te nas ruas e
até destruir os símbolos do país acolhedor e
SE EU TE QUISER IMPEDIR, SEREI CONSIDERADO RACISTA !.......

SEM DÚVIDA QUE PARECE IRREAL, MAS É A MAIS PURA DAS VERDADES !!!

Comentário:
É uma mensagem aparentemente xenófoba mas é a mais pura das realidades. Basta ver o que se passa por toda a Europa e já se vai vendo também entre nós. Os valores da solidariedade, do humanismo, do respeito pelas diferenças, são fundamentais, mas como é essencial têm de ser mútuos. Não basta serem assumidos unilateralmente por uma das partes. Por este caminho estamos a destruir estes valores, na presunção de que os estamos a promover.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

A fábula do Porco-espinho



Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados, então precisavam fazer uma escolha:
Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram.

Moral da História

O melhor do relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.


segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Solidariedade na Luz

Esta noite a Luz encheu, não para ver o Benfica, mas para se solidarizar com o povo Haitiano.
Um conjunto de estrelas jogaram para angariar fundos destinados a fazer face às graves dificuldades por que passam as vítimas do tremor de terra no Haiti.
Uma enorme tragédia que a todos deve mobilizar.
As contribuições devem ser canalizadas para as entidades de referência (Cruz Vermelha, Unicef, AMI, e outras) porque só com a colaboração de todos se poderá atenuar as dificuldades dos que sobreviveram.

A propósito desta tragédia, vai-se ouvindo um conjunto de enormidades.
Desde as palavras de Chavez, que até acusa os EUA de provocar o sismo, até à descoordenação das forças de apoio no terreno, tudo serve para criticar, em vez de concentrarem forças e energias no apoio e na resolução dos problemas.

Se face a uma catástrofe enorme como esta, há quem defenda que a resposta deveria ser mais rápida e eficaz, o que dizer da situação da CREL em Lisboa?
Um pequeno deslizamento de terras e ninguém sabe quanto tempo vai ser preciso para repor o trânsito naquela via.
Será que estamos pior que o Haiti?

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Guetos

Numa reunião em que participava, recentemente, discutia-se a necessidade de apoio social para os professores aposentados. Reflectia-se sobre a construção de lares e a criação de apoios domiciliários.

Um dos colegas participantes comparou a nossa cultura ocidental dos lares aos guetos soviéticos.

Durante a revolução russa, de facto, criou-se uma nova organização social, destinada a receber e afastar da sociedade “revolucionária”, de então, todos quantos não a pudessem servir: os velhos, os deficientes e mais tarde todos quantos não partilhassem os seus ideais.

Na nossa cultura popular, transmitida pela lenda do monte das Campas, também nós, por cá, abandonávamos os nossos “velhos” algures no monte para que longe da vista pudessem morrer sem grandes encargos para os seus.

Numa sociedade que se quis mais humanizada e cristã, a Igreja ao longo dos séculos criou instituições de solidariedade que deram o apoio possível, já que só a instituição família poderá dar o afecto e a integração plena.

As Santas Casas da Misericórdia constituíram-se assim como a maior, a melhor e a mais eficaz rede de prestação de serviços sociais existentes no país.

Nos centros de todas as vilas e cidades, e quantas vezes em muitas freguesias do interior, criaram unidades de vanguarda de apoio social.

No entanto, nos tempos mais recentes, começaram a surgir, um pouco por todo o lado, organizações designadas por IPSS – Instituições Particulares de Solidariedade Social, das quais se desconhece qualquer acção ou espírito de solidariedade social, mas apenas formalmente constituídas para acederem à prestação de serviços e obterem elas mesmas os apoios que o Estado concede.

Depois, tal como na lenda, constroem guetos, algures no meio do monte, para que os “velhos” fiquem longe do olhar. Como me dizia um outro amigo, para que “não cheirem mal à nossa beira”.

Porém, aquilo que estamos agora a fazer será, por certo, aquilo a que teremos direito no futuro próximo. É a manta que o filho dava ao “velho” na lenda das Campas.

Será isto que nós queremos para cada um de nós?



quinta-feira, 6 de agosto de 2009

África


África!
Um continente tão vasto, como tão rico, como tão pobre, como tão esquecido.
Terra de opulências e de misérias.
Terra onde morrem ainda milhares de crianças à fome, à míngua de cuidados de saúde.
Quando se teme a gripe A (H1N1), nos países desenvolvidos, e se procuram soluções, esquece-se a malária, a lepra e outras doenças em milhões de africanos.
Pensar e executar campanhas de apoio, de solidariedade para com os povos africanos é um dever de todos nós.
A campanha, que está em curso, de recolha de roupa é uma boa iniciativa.
Todos nós devemos colaborar.