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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Más notícias para Cabeceiras
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Apresentação de "Os amigos do Marco"
sábado, 22 de janeiro de 2011
Câmara anuncia abertura de Escola
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Deputado Emídio Guerreiro quer saber “como uma obra orçada em 4 milhões de euros pode ter derrapagens de 3,8 milhões”
No mesmo requerimento, o parlamentar eleito pelo Distrito de Braga lembra que “a Comunicação Social traz a público a notícia de que podem ter ocorrido irregularidades relativamente ao Concurso Público para a remodelação da Escola EB 2,3 de Cabeceiras de Basto”. Para Emídio Guerreiro “é estranho que uma empreitada que é inicialmente adjudicada por 4 milhões de euros, venha 16 meses mais tarde, a sofrer trabalhos complementares no valor de 3 milhões e oitenta mil euros, quase duplicando o custo total das obras”. Acresce que outras empresas, segundo o Deputado, “que concorreram ao concurso dentro do prazo legal, fazendo-o através da plataforma de concursos públicos Vortal, não o conseguiram fazer, já que a referida plataforma indicava que as propostas se encontravam fora do prazo legal”.
Existe também a informação, continua o requerimento dirigido a Isabel Alçada, “de que parte dos trabalhos submetidos a concurso público pela Câmara Municipal de Cabeceiras já estavam realizados, pela empresa Alberto Couto Alves S. A. , o que por si só já levanta suspeitas”. O Parlamentar questiona ainda o Ministério da Educação sobre se tem alguma explicação para o facto de uma obra com um orçamento de 3,8 milhões de euros, seja posta a concurso com um prazo de apenas três dias para entrega de propostas. E o requerimento termina, questionando “quando é que as obras da escola estarão concluídas, uma vez que tem sofrido adiamentos e os alunos continuam a ter aulas em contentores”
Fonte: Jornal "O Basto"
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Chove na sala de aula como na rua
No vídeo, supostamente captado por um telemóvel de um aluno, pode ver-se a chuva a jorrar do tecto da sala, na qual já estão alguns baldes para suster a água, e funcionários da escola a tentar minimizar os estragos.
O cenário é da Sala 1 do Pavilhão A da Escola Básica 2,3 de Cabeceiras de Basto, estabelecimento de ensino que está a ser alvo de obras profundas de remodelação que já duram desde Junho de 2009. "Realmente, aconteceu essa situação, mas foi remediada com a ajuda dos funcionários", confirmou, ao JN, Maria do Céu Caridade, directora da EB 2,3 de Cabeceiras de Basto. A responsável desvalorizou a situação e aludiu à idade das instalações para justificar o que aconteceu a 7 de Janeiro.
"São instalações com mais de 30 anos e que, por isso, apresentam alguns problemas. A escola está em obras e este edifício só não foi ainda demolido porque a empreitada está a ser faseada. Parte do recinto já foi abaixo e reconstruído com excelentes condições", explicou Maria do Céu Caridade. A directora da escola afirmou, ainda, que a maioria dos alunos está a ter aulas em préfabricados e ainda ocupam parte do antigo edifício.
"O cenário não está tão degradado como as imagens parecem demonstrar", garantiu a responsável escolar. Durante as férias de Carnaval, aquele edifício antigo deverá ser desactivado e demolido.
00h30m
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Chove onde se devia ensinar...
Ali ao lado estão umas instalações novas, quase prontas, onde foram gastos cerca de quatro milhões de euros, mas que, por quanto veio a público no JN, estão inacabadas por graves falhas nos concursos de empreeitada, da responsabilidade da Câmarta Municipal.
Muito mais grave do que as irregularidades são as péssimas condições que se dão aos alunos, professores e funcionários para exercerem as suas funções.
Depois queixam-se dos resultados e de aparecerem no fundo dos rankings educativos...