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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Dr. Júlio Henriques

Dr. Júlio Henriques

Agora que está em fase de remodelação o nosso antigo hospital, denominado por Prof. Júlio Henriques, será oportuno divulgar esta personalidade ilustre portuguesa, que teve o seu berço na actual vila do Arco de Baúlhe, do nosso concelho.

sábado, 26 de junho de 2010

Começaram as obras!

Enfim, as obras no antigo Hospital Dr. Júlio Henriques, da Santa Casa da Misericórdia, começaram.
Parece que finalmente foram ultrapassadas as enormes dificuldades criadas ao longo de meia dúzia de anos, e, finalmente, podemos recomeçar a pensar no "nosso" Hospital.
Certo de que terá no futuro um contexto diferente, será uma Unidade de Cuidados Continuados - UCC, de média e longa duração, e a que lhe ficarão acoplados outros serviços médicos a definir.
É, no entanto, de realçar as potencialidades de que disporá e colocará ao serviço dos cabeceirenses.
Pena é que já não esteja em funcionamento, porque tudo quanto foi apresentado como alternativa e motivo para o indeferimento das obras se traduz num enorme vazio, nada de coisa nenhuma.
Perderam-se anos, não se aproveitaram os recursos financeiros então disponibilizados, durante este tempo os cabeceirenses não puderam beneficiar de um serviço a que tinham direito, deixou de se criar postos de trabalho (mas pelos vistos não são precisos, já existem um número de medidas tomadas para combater o desemprego...), foi riqueza que se perdeu.
A principal, a saúde dos cabeceirenses e o seu bem-estar, que é o essencial quando somos confrontados com a doença ou a fase terminal de vida.
Tudo isto foi negado aos cabeceirenses durante estes anos.
Quem neste período precisou deles tem um crédito, ainda mais elevado, de legítima indignação.
Faço votos que as obras decorram dentro dos prazos estabelecidos e possamos daqui a dois anos já ter todos os serviços em funcionamento.

sábado, 19 de junho de 2010

Terras de Barroso ou de Basto?


Noutros tempos, a Vila de Salto, do concelho de Montalegre, esteve para ser integrada no concelho de Cabeceiras de Basto.
Assim era a vontade das suas gentes.
Em meados do século passado, a freguesia de Salto foi até uma das mais caridosas para o cortejo de apoio à construção do Hospital Dr. Júlio Henriques, na vila de Refojos de Basto.
Ficam aqui registos encontrados em: lllustração Portugueza, empresa do Jornal O Século, ed. com.; Chaves, José Joubert, ed. lit., N.º 559 pag.7 de 6 de Novembro de 1916


quinta-feira, 29 de abril de 2010

Boas notícias


Realizou-se hoje a Assembleia Geral ordinária da Santa Casa da Misericórdia de S. Miguel de Refojos.
Duas boas notícias foram dadas aos irmãos presentes.
A Mesa da Misericórdia assume Junho como data para início das obras no antigo hospital.
Finalmente, aquele espaço vai ser remodelado, dando lugar à Unidade de Cuidados Continuados e aos serviços de clínica médica.
Muitos cabeceirenses já foram vítimas do atraso provocado por uma decisão política sem sentido.
A segunda notícia, a apresentação de um novo projecto: a Residencial Sénior, a construir junto do antigo hospital, com 14 apartamentos, podendo albergar até 28 pessoas.
O edifício tem também espaços para acolher a sede administrativa da Misericórdia e a Academia Cultural.
Os próximos anos vão ser de grandes obras, de avultados investimentos em prol do concelho e dos cabeceirenses.
Uma contribuição importante de uma das mais antigas instituições do concelho.
Como é pena ter-se perdido tanto tempo!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Até que enfim!

Após cerca de seis anos, a Santa Casa da Misericórdia de S. Miguel de Refojos de Basto viu aprovado o seu projecto para a reconversão do antigo Hospital Dr. Júlio Henriques, em Unidade de Cuidados Continuados.
A referida unidade terá 31 camas e será complementada por diversos outros serviços de saúde.
Parece que é desta que a obra vai arrancar.
Para bem dos Cabeceirenses!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Como vai a "nossa Saúde"...


A actualidade dos últimos dias tem passado pelo "acidente" que ocorreu no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde seis pessoas ficaram "cegas" durante as operações a que se submeteram aos olhos.
Entretanto, estudos vindos a público revelam que muitos dos problemas que ocorrem nos serviços de saúde são originados por negligência.
Mesmo assim, também revelam outros estudos que os portugueses confiam no Serviço Nacional de Saúde.
No entanto, quem anda pelos hospitais, centros de saúde, consultórios depara-se com situações inconcebíveis.
Como compreender a espera durante mais de três horas só para se conhecer os resultados de um exame realizado numa urgência?
Como se compreende que utentes sejam obrigados a esperar cerca de sete horas por uma consulta?
Não será necessário equacionar uma nova organização dos serviços?
Não haverá responsáveis que tenham a obrigação de analisar estes dados e encontrar medidas alternativas?
Mas para andarem a pedir o pagamento de taxas de serviços prestados há anos, mesmo a pessoas que já faleceram, já há organização.
É tudo uma questão de prioridades: primeiro o dinheiro, depois os utentes.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Hospital da Santa Casa da Misericórdia


Ontem estive no Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde.
É uma das componentes dos serviços prestados por aquela instituição, a par do Lar, Fisioterapia, consultas de especialidade, hemodiálise, ...
Durante as horas que lá passei pude apreciar o movimento de centenas de pessoas que àqueles serviços recorriam.
A acção desenvolvida pela Santa Casa contribui para a satisfação das necessidades das pessoas da terra (e de muitas de fora dela) e constitui um incremento ao desenvolvimento local.
E na nossa terra como é?
Há meia dúzia de anos atrás, quando a Santa Casa desejou enveredar pelo mesmo caminho, após a devolução do Hospital Dr. Júlio Henriques pelo Ministério da Saúde, alguém andou de lugar em lugar do concelho a fazer comícios e manifestações contra as obras de renovação do edifício e instalação da Unidade de Cuidados Continuados.
Hoje, tudo ainda está na mesma.
Daqui a dois a três anos, provavelmente, estaremos a inaugurar uma unidade que já poderia estar em funcionamento há alguns anos.
Perguntar-se-á:
- A quem serviu esta paralisação?
- Quantas pessoas se viram privadas de cuidados médicos e de assistência por causa disso?
- Quantas famílias tiveram grandes problemas por não terem tido quem lhes pudesse valer numa das ocasiões mais difíceis das suas vidas?
- Quantos pessoas deixaram de ter emprego?
- Quanto desenvolvimento deixou de ser feito por falta de alavancagem destes serviços?
Uma resposta temos de certeza.
Sabemos quem foi responsável por esse facto!

sábado, 11 de julho de 2009

Atendimento hospitalar


Não apareci ontem por aqui...
Julguei que tinham sentido a minha falta, mas às tantas não...
Ontem tive de sair para uma reunião, que virou duas e pelo meio um acidente com um familiar que teve de ir para o hospital.
E é deste caso que quero hoje falar.
O meu sogro caiu em casa e teve de ser socorrido no Hospital de S. Marcos em Braga.
Nada de muito grave, mas sempre complicado para uma pessoa de 81 anos e com outros problemas de saúde.
À partida havia necessidade de ser suturado com alguns pontos, na cabeça, o que aconteceu com alguma rapidez, cerca de 45 m., mas depois veio um exame complementar. Havia que fazer uma TAC. Coisa que numa hora e pouca resolveu. Tudo parecia correr bem...
Começou então o martírio da espera. Sim, martírio para o próprio e para quantos lidaram com a situação. Cerca de três horas para que houvesse um médico para ver o exame e emitir o respectivo relatório.
No Hospital não havia médico para o efeito. Tinha de se recorrer à telemedicina e enquanto isso fica-se a fazer número no corredor da urgência, sujeito a apanhar vírus de outras doenças, sem condições para quem está fragilizado, para quem lá trabalha, para quem está a acompanhar.
É infelizmente o tratamento que nós cidadãos, que pagamos impostos, recebemos quando precisamos de recorrer aos hospitais, principalmente quando são os maiores.
Ao fim de seis horas o caso estava resolvido. Podia regressar a casa. Bastava o que tinha feito na primeira hora... as outras são para esquecer.