Mostrar mensagens com a etiqueta RR. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta RR. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Governo português contra a defesa dos cristãos

Quando ouvimos notícias sobre atentados contra cristãos, sofremos e, muitas vezes, revoltamo-nos ao saber que foram mortos cobardemente por ódio à fé, enquanto rezavam, como aconteceu recentemente no Iraque e no Egipto.

Entre nós – no Ocidente - não há perseguição aberta nem martírios frequentes, mas muitos cristãos sofrem certa pressão e discriminação: ao nível da opinião pública, nos programas de ensino impostos pelo Governo, na legislação sobre saúde, sobre a família e a vida humana... Enfim, cada um de nós é capaz de enunciar já hoje um ou outro caso.
Às claras, ou veladamente, a violência e intolerância contra os cristãos é sempre condenável. Claro! Foi o que também achou o ministro dos Negócios Estrangeiros de Itália ao propor, esta semana, à UE, uma declaração conjunta para condenar a perseguição religiosa anti-cristã.
A proposta italiana teve o apoio da grande maioria dos ministros dos Negócios Estrangeiros da União, mas foi bloqueada por cinco países: Portugal, Espanha, Luxemburgo, Irlanda e Chipre. E, por isso, não se chegou a acordo.
Ficamos, pois, a saber que o Governo de Portugal é líder na Europa contra a defesa dos cristãos.

Aura Miguel, RR on-line 04-02-2011 09:45

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Joaquim Azevedo defende fim da "lógica centralista" na educação

“O Ministério da Educação pode ser implodido", diz o presidente da Universidade Católica do Porto.
O país não precisa do Ministério da Educação e deve acabar com a “lógica centralista”, defende o professor Catedrático da Universidade Católica Portuguesa e presidente do Centro Regional do Porto daquela Universidade.
Convidado das Jornadas Parlamentares do PSD, em Braga, Joaquim Azevedo diz que Portugal não precisa de uma administração “que só na Educação devora um orçamento poderosíssimo”.
“Nós não precisamos dessa administração para coisa quase nenhuma para melhorar a Educação, precisamos para destruir o valor que se cria”, acusa o presidente da Universidade Católica do Porto.
Joaquim Azevedo defende, como alternativa, uma agência de apoio às escolas e uma agência de avaliação.
“O Ministério da Educação pode ser implodido e sem nenhum problema e com resultados muitíssimo melhores para a educação do país. Não há nenhuma dificuldade em fazer isto, desde que seja feito desta maneira”, argumenta.“Não devíamos precisar da OCDE para dizer que estamos melhores ou piores. Nós temos é que, em cada escola, saber se estamos a melhorar ou não estamos a melhorar, e esse caminho só através da autonomia e da contratactualização, e acabar com a lógica centralista”, sublinha.