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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Pelo Arco


A 19 de abril, deixei aqui um post sobre as eleições na ARCA.
Volvidos dois meses e meio, veio-se a saber que aqueles que perderam as eleições interpuseram uma providência cautelar, para impedir a consumação do acto eleitoral.
Sabe-se que tiveram uma derrota também no Tribunal. A providência cautelar foi indeferida.
As coisas não lhes andam a correr nada bem lá pelo Arco...

segunda-feira, 19 de abril de 2010

ARCA


Li hoje, num café do Arco, o comunicado da Direcção da ARCA, que reproduzo, sobre a não realização da Assembleia Geral, com o objectivo de eleger os novos órgãos sociais.
Há meses que se conhecem os problemas com que se debatem internamente, fruto da perda do apoio do poder político local.
Não conheço as condições em que ocorreram os factos invocados pela Direcção da associação, mas sinceramente já vi "este filme" em algum lado.
Penso que parte dos protagonistas são exactamente os mesmos...
Lamentável que o associativismo do concelho esteja sujeito a estes procedimentos.

domingo, 23 de agosto de 2009

Por onde anda o nosso dinheiro

Nos termos da Lei, a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto mandou publicar no jornal Ecos de Basto (já que é nesse órgão de informação local que são publicadas as notícias da autarquia e os respectivos editais), o edital com os subsídios e transferências pagas no 1.º sememstre de 2009, conforme se reproduz.
Face ao divulgado, verifica-se:
- a autarquia transferiu a módica quantia de 1.136.800,70 euros, o que representa 227.360 contos;
- foram beneficiadas 5 associações locais (Atlético Cabeceirense - 37.333,32 €; Desportivo do Arco - 35.000 €; ADIB - 60.000 €; ARCA - 110.000 €; Fundação A.J. Gomes da Cunha - 110.000 €) e 2 empresas municipais (EMUNIBASTO - 763.214,44 € e Basto Solidário - 31.253 €).
Face a esta situação parece ser de questinar:
a) Como se entende que apenas sejam apoiadas cinco das dezenas de asscoiações e colectividades do concelho, durante um sememstre?
b) Ainda recentemente teve lugar a Festa das Colectividades, onde estiveram presentes muitas das colectividades locais. Tiveram despesas e contribuiram para dignificar o concelho. Como se sentirão agora ao ver que têm sido discriminadas nos apoios da autarquia?
c) Que critérios são adoptados pela autarquia para a atribuição de apoios fincanceiros? Ou é mera questão de oportunidade e de cumplicidades estratégicas?
d) Como se avalia o verdadeiro impacto das empresas municipais, tendo presente as avultadas transferências que lhes são efectuadas?
Uma coisa é certa, o nosso dinheiro, o dinheiro de todos os Cabeceirenses, é gasto nestas e noutras despesas de duvidoso critério de utilidade e interesse colectivo.
Se estas instituições merecem este apoio, muitas outras há que são dignas de idêntico tratamento.
Torna-se necessário clarificar as condições, critérios e montantes a distribuir pelas colectividaddes, isto é haver um regulamento de apoios municipais, por forma a evitar discriminações e haver igualdade de oportunidades entre todas as colectividades face ao apoio autárquico.
De outro modo, mesmo que hajam critérios e justificações válidas, não podemos deixar de ficar com suspeitas que umas associações são filhas e outras enteadas.