Os números, portanto, merecem uma reflexão profunda para o grande perdedor desta noite que é a liderança local do Partido Socialista, que de algum modo se confunde com a da distrital do partido. Cai assim o mito de Cabeceiras de Basto como bastião socialista e esgota-se Joaquim Barreto como motor de grandes vitórias. O mesmo ciclo que chega ao fim no Largo do Rato, acaba também por exigir uma nova vida aos socialistas cabeceirenses, longe do unanimismo forçado e vazio de ideologia. O PS terá de abrir portas, tornar-se bem mais permeável e tolerante a novas ideias, novas pessoas e quadros.
Ainda na análise dos resultados eleitorais em Cabeceiras de Basto, por Vítor Pimenta, no jornal "O Basto", na noite eleitoral.
Talvez a nota mais saliente da noite eleitoral do nosso distrito foi a vitória do PSD em Cabeceiras de Basto.
O bastião do líder da distrital rosa caía ao fim de vinte anos.
O todo poderoso e invencível dirigente socialista saiu vencido no seu concelho e no seu distrito.
Como refere Vítor Pimenta, é o "grande perdedor", caiu o "mito".
Espero que este tenha sido o prenúncio do fim do ciclo de poder socialista, também, em Cabeceiras de Basto.
Agora é a hora de MUDAR Cabeceiras.
Pela Liberdade! Como sempre na batalha pela Liberdade (de expressão) e pela Democracia. Mais um desafio a vencer!
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quinta-feira, 9 de junho de 2011
Vitória em Cabeceiras
Análise dos resultados eleitorais em Cabeceiras de Basto, por Vítor Pimenta, no jornal "O Basto", na noite eleitoral.
...
Dois grandes vencedores da noite eleitoral por aqui, voluntários ou não, são Mário Leite, oportuno na tentativa de reerguer um partido até há pouco moribundo em Cabeceiras de Basto, e André Gonçalves Pereira, líder da JSD, pela dinâmica vodka laranja que foi impondo aos adversários. Agora resta saber se o PSD consegue lidar com a oportunidade para tomar de assalto a Câmara Municipal em 2013. Precisará de um programa credível, um leque de nomes fortes e um candidato carismático, longe da figura que levou às urnas em 2009. Mas também precisará que o PS se deixe ficar no marasmo, que duvido. Uma novela interessante de se acompanhar no contexto muito provável de um novo mapa de freguesias.
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Palavras amáveis do Dr. Vítor Pimenta num momento particularmente feliz, a vitória do PSD em Cabeceiras de Basto, vinte anos depois.
Vitória que interrompe as do ciclo de poder do PS no país e no concelho, o que nos responsabiliza ainda mais pela luta que se avizinha em 2013.
Quanto ao futuro, nos próximos meses começará outro ciclo, porque agora é a vez de MUDAR Cabeceiras.
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Dois grandes vencedores da noite eleitoral por aqui, voluntários ou não, são Mário Leite, oportuno na tentativa de reerguer um partido até há pouco moribundo em Cabeceiras de Basto, e André Gonçalves Pereira, líder da JSD, pela dinâmica vodka laranja que foi impondo aos adversários. Agora resta saber se o PSD consegue lidar com a oportunidade para tomar de assalto a Câmara Municipal em 2013. Precisará de um programa credível, um leque de nomes fortes e um candidato carismático, longe da figura que levou às urnas em 2009. Mas também precisará que o PS se deixe ficar no marasmo, que duvido. Uma novela interessante de se acompanhar no contexto muito provável de um novo mapa de freguesias.
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Palavras amáveis do Dr. Vítor Pimenta num momento particularmente feliz, a vitória do PSD em Cabeceiras de Basto, vinte anos depois.
Vitória que interrompe as do ciclo de poder do PS no país e no concelho, o que nos responsabiliza ainda mais pela luta que se avizinha em 2013.
Quanto ao futuro, nos próximos meses começará outro ciclo, porque agora é a vez de MUDAR Cabeceiras.
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segunda-feira, 28 de junho de 2010
Desemprego aumenta
Tenho dedicado bastantes post's à questão do desemprego, já que o considero o maior flagelo para um trabalhador, nos dias de hoje.
Quem tem emprego contribui para a riqueza nacional, mas assegura também a sua própria riqueza e independência: um salário.
Quando perde o emprego fica numa situação de vida precária, sem rendimentos e agora sem esperança de voltar ao mundo do trabalho. Um drama!
No nosso concelho, os índices de desemprego não cessam de aumentar.
Segundo os dados de Maio e publicitados pelo Correio do Minho, "os desempregados registados pelo IEFP subiram nos concelhos de Cabeceiras de Basto, Fafe, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho e Vila Verde".
Ainda recentemente, um periódico local, fazia uma vasta abordagem sobre as medidas de combate ao desemprego no concelho, que a autarquia já vem desenvolvendo há tempos.
Das duas uma ou as medidas são poucas ou são erradas, já que os dados registados vêm mostrando um sucessivo aumento do desemprego.
Aliás, já Vítor Pimenta, num post do seu blog, anotou a necessidade de se conhecerem os resultados de um projecto de desenvolvimento empresarial.
Tenho para mim, é minha opinião, que não há medidas de combate ao desemprego. O que há é mecanismos de apoio à economia, aos investidores.
Não há desenvolvimento económico num clima de instabilidade, de falta de confiança no mercado.
E cá pelos nossos lados não há políticas estáveis, uma linha de orientação definida e assumida, a não ser a de uma forte intervenção municipal em todas as áreas de actuação.
Parafraseando, novamente, Vítor Pimenta, "por outro lado, a Câmara Municipal é actualmente a maior entidade empregadora do concelho, com gastos absurdos com pessoal que em nada resolvem a notável burocracia e a confusão de alguns serviços e dos licenciamentos. Há também a cultura generalizada de que os Paços do Concelho são a origem e a solução dos problemas, agravando-se o sentimento controleiro e de triagem pessoalizada em tudo o que é vida económica e empresarial do concelho. Isto asfixia a livre iniciativa e entorpece qualquer investimento e avanço sociológico, pelo factor psicológico per si.
Neste sentido, é preciso bem mais e melhor do que se tem feito para modificar estes resultados. E isso, como se pode constatar, não passa por mais estradas, edifícios ou a contratação avulsa de gente, mas sim por um progressivo esvaziamento do peso da Câmara Municipal na vida socioeconómica e cultural cabeceirense e uma mudança do paradigma de actuação."
Aqui está o verdadeiro motivo do nosso esvaziamento económico e social.
Ali radicam o desemprego, a emigração, a desestruturação familiar, o abandono dos lugares serranos, a perda de empresas.
Se a tudo isto se juntar uma profunda crise económica internacional, temos um situação complicadíssima.
Razão pela qual lhe dedico particular atenção.
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