Pela Liberdade! Como sempre na batalha pela Liberdade (de expressão) e pela Democracia. Mais um desafio a vencer!
Mostrar mensagens com a etiqueta Louçã. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Louçã. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Sondagens - Portas vs Louçã
O dia de hoje ficou mais marcado politicamente pela publicação de sondagens do que pelo debate entre Portas e Louçã.
As duas sondagens publicadas apresentam valores que indicam um empate técnico, com o PS ligeiramente à frente (1 ou 2 %).
Nestes resultados, confirma-se o decréscimo do PS e ganho generalizado das restantes forças políticas.
São resultados muito importantes para o PSD, que pretende chegar ao primeiro lugar, no início da campanha eleitoral.
Ambas as sondagens parecem arrumar a questão da maioria absoluta.
A quinze dias das eleições são resultados que motivam o empenhamento de todas as forças políticas.
Na televisão, vimos outra vez um activo Paulo Portas a demarcar-se bem do programa do BE, de Louçã.
Mas não passou de mais um debate em que cada um disparou para cada lado do eleitorado. Portas à direita e Louçã à esquerda.
Amanhã, será aquele que se espera como o debate decisivo.
Sócrates, finalmente, irá debater com Manuela Ferreira Leite.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Sócrates vs Louçã
Hoje decorreu um dos debates mais esperados desta pré-campanha eleitoral.
Sócrates esteve frente-a-frente com o adversário que mais mexe no eleitorado do PS, Francisco Louçã.
Louçã iniciou o debate ao ataque. Na economia criticou os negócios com a Mota-Engil, de Jorge Coelho, e os da GALP.
Por seu lado, Sócrates repetiu à exaustão que no dia das eleições só um de dois candidatos pode ser eleito primeiro-ministro: ele próprio ou Ferreira Leite, acusando assim o BE de fazer o jogo da direita.
Louçã acusou Sócrates de governar só para a propaganda, dando o exemplo da inauguração de um centro de saúde, donde as camas foram levantadas após a cerimónia (caso que não é único, já tinha acontecido com o computador Magalhães numa escola).
Sócrates contra-atacou com a acusação que se nota, no programa do BE, um certo extremismo, nomeadamente na proposta de anulação dos benefícios fiscais, sendo que Louçã teve dificuldade em sustentar a proposta.
A parte final do debate serviu para Sócrates "arrear" em Ferreira Leite.
Louçã não demonstrou a agilidade argumentativa de outras ocasiões. Será que já está a abrir a porta para um entendimento?
Sócrates esteve frente-a-frente com o adversário que mais mexe no eleitorado do PS, Francisco Louçã.
Louçã iniciou o debate ao ataque. Na economia criticou os negócios com a Mota-Engil, de Jorge Coelho, e os da GALP.
Por seu lado, Sócrates repetiu à exaustão que no dia das eleições só um de dois candidatos pode ser eleito primeiro-ministro: ele próprio ou Ferreira Leite, acusando assim o BE de fazer o jogo da direita.
Louçã acusou Sócrates de governar só para a propaganda, dando o exemplo da inauguração de um centro de saúde, donde as camas foram levantadas após a cerimónia (caso que não é único, já tinha acontecido com o computador Magalhães numa escola).
Sócrates contra-atacou com a acusação que se nota, no programa do BE, um certo extremismo, nomeadamente na proposta de anulação dos benefícios fiscais, sendo que Louçã teve dificuldade em sustentar a proposta.
A parte final do debate serviu para Sócrates "arrear" em Ferreira Leite.
Louçã não demonstrou a agilidade argumentativa de outras ocasiões. Será que já está a abrir a porta para um entendimento?
domingo, 6 de setembro de 2009
Ferreira Leite vs Francisco Louçã
Manuela Ferreira Leite superou as previsões e ganhou o seu primeiro debate, com Francisco Louçã.
É óbvio que houve uma demarcação ideológica evidente, mas Ferreira Leite esteve mais perto da realidade das pessoas.
Louçã repete à exaustão os sloganes do BE, sem que consiga apresentar uma proposta que seja para resolver os problemas com que se confronta o país e os portugueses.
Não é por falar muito dos mais desgraçadinhos que estes vêem melhorada a sua situação.
Mais saúde, mais emprego, apoio às PME foram pontos fortes da mensagem de Ferreira Leite.
E assim continuam os debates desta campanha eleitoral para as legislativas.
É óbvio que houve uma demarcação ideológica evidente, mas Ferreira Leite esteve mais perto da realidade das pessoas.
Louçã repete à exaustão os sloganes do BE, sem que consiga apresentar uma proposta que seja para resolver os problemas com que se confronta o país e os portugueses.
Não é por falar muito dos mais desgraçadinhos que estes vêem melhorada a sua situação.
Mais saúde, mais emprego, apoio às PME foram pontos fortes da mensagem de Ferreira Leite.
E assim continuam os debates desta campanha eleitoral para as legislativas.
Etiquetas:
eleições,
Louçã,
Manuela Ferreira Leite,
política
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
A conversa da 'esquerda'
Hoje, na sequência dos debates televisivos para as legislativas, encontraram-se Louçã e Jerónimo.
Não fizeram bem o papel dos "marretas", mas passaram o tempo em amena cavaqueira, dizendo mal de Sócrates, Ferreira Leite e Portas.
Usaram os chavões a que nos habituaram, recheados de alusões a políticas de esquerda, direitos dos trabalhadores, ataque aos grupos económicos.
Esqueceram-se de dizer contudo como governar o país, sabendo-se, como se sabe, que nenhum deles ganhará as eleições e nenhum dos dois se disponibiliza para ajudar, eventualmente o PS, a formar ou viabilizar um novo executivo.
Deste modo, ficam-se pela crítica, mais (PCP) ou menos moderada (BE), ao actual executivo.
De qualquer dos modos, uma conversa que marcou bem um discurso mais incisivo de Louçã, mais sustentado e aprofundado. Jerónimo de Sousa foi mais apagado, menos acutilante, mais repetitivo de frases feitas e nem sempre com veemência.
Este não era o seu dia de guerras. Ambos estavam do mesmo lado da trincheira.
Como dizia o Solnado, hoje interrompia-se a guerra, que ao inimigo doía a cabeça...
Deram foi cabo da cabeça de Sócrates a propósito da TVI.
E com razão!
Não fizeram bem o papel dos "marretas", mas passaram o tempo em amena cavaqueira, dizendo mal de Sócrates, Ferreira Leite e Portas.
Usaram os chavões a que nos habituaram, recheados de alusões a políticas de esquerda, direitos dos trabalhadores, ataque aos grupos económicos.
Esqueceram-se de dizer contudo como governar o país, sabendo-se, como se sabe, que nenhum deles ganhará as eleições e nenhum dos dois se disponibiliza para ajudar, eventualmente o PS, a formar ou viabilizar um novo executivo.
Deste modo, ficam-se pela crítica, mais (PCP) ou menos moderada (BE), ao actual executivo.
De qualquer dos modos, uma conversa que marcou bem um discurso mais incisivo de Louçã, mais sustentado e aprofundado. Jerónimo de Sousa foi mais apagado, menos acutilante, mais repetitivo de frases feitas e nem sempre com veemência.
Este não era o seu dia de guerras. Ambos estavam do mesmo lado da trincheira.
Como dizia o Solnado, hoje interrompia-se a guerra, que ao inimigo doía a cabeça...
Deram foi cabo da cabeça de Sócrates a propósito da TVI.
E com razão!
Subscrever:
Mensagens (Atom)