Hoje dei uma entrevista na RVB, enquanto presidente da CPS do PSD de Cabeceiras de Basto.
Abordei a questão da última Assembleia Municipal, a divulgação pública dos nomes dos principais candidatos do PS e a reorganização territorial.
Pode ouvir aqui a entrevista.
Pela Liberdade! Como sempre na batalha pela Liberdade (de expressão) e pela Democracia. Mais um desafio a vencer!
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terça-feira, 12 de julho de 2011
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Liberdade de Imprensa
Um País só é livre quando a comunicação social tem liberdade de expressão.
Não há democracia onde não impera a liberdade de expressão.
No entanto, todos os poderes têm por princípio limitar e / ou condicionar essa liberdade.
O que se passou entre o primeiro-ministro e a TVI, o Público, o Sol e outros órgãos de comunicação vem demonstrar ao nível em que descemos na garantia das liberdades e direitos.
Nem se percebe porque os mais altos dignitários do País ainda não tomaram as decisões que se exigem, perante tão graves e tão numerosos casos de situações abusivas.
Mas o que se passa ao mais alto nível do poder em Portugal, vai-se também replicando um pouco por todos os concelhos, entre os poderes instalados e os jornais e as rádios locais e regionais.
Já aqui referi, há algum tempo, a situação que se vive com a designada Rádio Voz de Basto.
Como um dos fundadores e seu primeiro director de programas muito lamento o estado a que chegou.
Deixou de ser um bastião da realidade social, política, económica de Cabeceiras de Basto e da região de Basto.
Outros valores e interesses se sobrepuseram e condicionam a sua liberdade de actuação.
Pergunto:
Onde está o debate de opiniões? Opiniões sociais, de desenvolvimento, de projectos...
Onde está a informação sobre as associações, clubes e demais instituições locais?
Onde está o direito ao contraditório?
Onde está a isenção, o pluralismo, o respeito pelos direitos a informar e a ser informado?
Não estará na altura de lhe mudar o nome, para o adequar à nova realidade?
Enfim, este país está a ficar cada vez mais condicionado, mais limitado, menos livre e menos democrático.
Isto 35 anos após a revolução da Liberdade!
Não há democracia onde não impera a liberdade de expressão.
No entanto, todos os poderes têm por princípio limitar e / ou condicionar essa liberdade.
O que se passou entre o primeiro-ministro e a TVI, o Público, o Sol e outros órgãos de comunicação vem demonstrar ao nível em que descemos na garantia das liberdades e direitos.
Nem se percebe porque os mais altos dignitários do País ainda não tomaram as decisões que se exigem, perante tão graves e tão numerosos casos de situações abusivas.
Mas o que se passa ao mais alto nível do poder em Portugal, vai-se também replicando um pouco por todos os concelhos, entre os poderes instalados e os jornais e as rádios locais e regionais.
Já aqui referi, há algum tempo, a situação que se vive com a designada Rádio Voz de Basto.
Como um dos fundadores e seu primeiro director de programas muito lamento o estado a que chegou.
Deixou de ser um bastião da realidade social, política, económica de Cabeceiras de Basto e da região de Basto.
Outros valores e interesses se sobrepuseram e condicionam a sua liberdade de actuação.
Pergunto:
Onde está o debate de opiniões? Opiniões sociais, de desenvolvimento, de projectos...
Onde está a informação sobre as associações, clubes e demais instituições locais?
Onde está o direito ao contraditório?
Onde está a isenção, o pluralismo, o respeito pelos direitos a informar e a ser informado?
Não estará na altura de lhe mudar o nome, para o adequar à nova realidade?
Enfim, este país está a ficar cada vez mais condicionado, mais limitado, menos livre e menos democrático.
Isto 35 anos após a revolução da Liberdade!
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