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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Cortejo etnográfico


Eis aqui um vídeo a partir de fotos do cortejo etnográfico realizado por ocasião das Festas de S. Miguel, numa boa iniciativa de Miguel Batista.

domingo, 3 de outubro de 2010

Será a nossa sina?


O S. Miguel acabou.
A feira e festa foram o habitual. Atraíram milhares de forasteiros, houve animação quanto baste, os carroceis e os matrecos deram que fazer à juventude.
A noitada do 28, o verdadeiro arraial, decorreu ao som das concertinas e de um espectáculo musical de cantigas à desgarrada.
Foi uma típica noite de arraial minhoto, de acordo com as tradições antigas do nosso povo.
O dia do padroeiro ficou, como sempre, marcado pela tradicional procissão.
E o povo gostou...
Pena que aqueles que até se pavoneiam nestes espectáculos sejam os mesmos que depois andam a querer fazer da nossa terra uma "cidade média", destruindo o que temos de bom e fazendo perder-se os referenciais das nossas gentes, tipicamente rurais.
Cabeceiras de Basto tem um potencial de crescimento e desenvolvimento ímpar.
É o primeiro concelho rural na transição do litoral para o interior. É, portanto, o que fica mais perto e com melhores acessibilidades às cidades de Fafe, Guimarães, Braga e Porto. Fica perto de muitas outras quer a norte quer a sul.
Se salvaguardar o seu património natural, social, cultural poderá oferecer uma realidade ancestral que os nossos vizinhos já perderam.
Para isso é preciso opções claras e objectivas.
É preciso apostar na criação de infraestruturas que permitam o alojamento na nossa terra, porque não é o turismo de passagem que promove e deixa riqueza.
O S. Miguel demonstrou mais uma vez quanto os nossos valores são valiosos, qual não é a sua capacidade de arrastar forasteiros.
Mas demonstrou também quanto a nossa realidade é incapaz de os aproveitar para fazer desenvolver o nosso concelho.
Acabou-se o S. Miguel, aqui ficamos entregues a nós mesmos, cada vez menos, cada vez mais pobres, cada vez mais desprotegidos.
Será a nossa sina?

domingo, 26 de setembro de 2010

S. Miguel

Este foi o fim-de-semana de S. Miguel.
O ponto alto para milhares de pessoas, já que o 28 e o 29 são a meio da semana que vem.
Grande animação.
Desfile etnográfico a louvar.
S. Pedro também ajudou, tempo quente e seco.
Cabeceiras de Basto continua a atrair muitas pessoas.
A vila torna-se pequena.
Evidenciam-se as faltas de uma estrutura urbanística adequada e de infra-estruturas de acolhimento.
Continua-se assim a verificar que o turismo em Cabeceiras é apenas de "turistas de passagem", aqueles que vêm e vão sem deixar significativas mais-valias. Ficam-se por algumas receitas na restauração (cafés e restaurantes). É muito pouco para uma região, para um concelho, que se quer desenvolvido, que tem vasto património e condições para explorar.
Ter milhares de pessoas no S. Miguel é, por um lado, o sinal das potencialidades, mas, por outro, a evidência das limitações da nossa terra.
Continuação de bom S. Miguel!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Vem aí o S. Miguel


Está a entrar o mês de Setembro e com ele vêm as festas e a feira de S. Miguel.
Momentos altos na vida do nosso concelho de há muitos anos, muitas gerações.
Para recordar, aqui ficam quatro fotos da procissão de S. Miguel.
Desconheço o ano da sua autoria, mas já lá vão para cima de cinquenta.
Ainda se conhecem alguns dos participantes.
À vossa descoberta...
Fotos cedidas por Francisco Pacheco

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Acabou o S. Miguel



Hoje, dia 30 de Setembro, acabaram as festas e a feira de S. Miguel.
Este ano foram doze dias de folia.
O programa foi recheado e o S. Pedro ajudou, não estragando a festa com chuva, mesmo que ela faça muita falta.
Pelo meio tivemos uma campanha eleitoral e outra começou.
Uns aproveitaram a ocasião.
Outros não.
O resultados finais serão o fruto de tudo quanto se faz ou não.
Veremos...
No dia das trocas, vimos os feirantes trocar-nos por Vieira, para onde querem ir fazer a feira da Ladra.
Para o ano haverá mais S. Miguel.
Melhor?
Tenho dúvidas!
A ver vamos...

sábado, 19 de setembro de 2009

As festas estão aí!



Entramos hoje em período de festas de S. Miguel, antecipadas pelo fim-de-semana.
O programa das festas é este ano mais cheio e aparentemente mais rico.
Já me disseram que era por causa de haver dois fins-de-semana e um deles prolongado pelo feriado.
Creio que ninguém acredita seriamente nisso.
Há uma outra razão mais evidente!
Também verifiquei que, neste ano, o centro de animação voltou a ser o parque do Mosteiro.
Porquê?
Afinal, tinha razão quem criticou o facto de o ano passado terem sido transferidas algumas das actividades para o centro hípico. 
Bem não querem dar o braço a torcer, mas acabam sempre por fazer mais tarde o que devia ser feito e depois de teimar no erro.
Faria bem um pouco de humildade e de aceitação da opinião dos outros.
Mas que as festas sejam um sucesso.
Cabeceiras e principalmente os agentes económicos locais bem precisam de algo que lhes dê ânimo.
Bom S. Miguel!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

'Andar pelos cantos, ... atrás dos arbutos!'


Casas de banho do palco, junto ao Mosteiro

Quem se passeia pelas ruas do centro da nossa vila de Refojos não tem uma casa de banho pública em condições de ser utilizada.
As casas de banho junto ao Externato, há muito que deixaram de ter as condições de utilização pública.
Mais recentemente foram criadas umas novas casas de banho, conforme a foto documenta, nos fundos do palco que se encontra nos terrenos adjacentes do Mosteiro.
Contudo, talvez para evitar o que aconteceu nas outras, estão encerradas.
Assim sendo, só nos resta ir "fazendo pelas esquinas" ou no pé de alguma árvore...
Parece muito mau para uma terra que se pretende acolhedora, limpa, asseada.
Já agora, vem aí o S. Miguel.
Altura em que somos visitados por milhares de forasteiros.
Altura em que dezenas, senão mesmo centenas, de feirantes permanecem acampados por aí.
Há que criar condições mínimas de higienização pessoal e de preservação do ambiente.
Já é tempo, muito tempo, para que os responsáveis tenham preparado um plano de adequado às condições da feira e das festas do concelho.
O mesmo se poderá dizer para as festas de N.ª Sr.ª dos Remédios, no Arco de Baúlhe.
O tempo de andar pelos cantos, atrás dos arbustos, não se coaduna com as exigências de higiene e salubridade pública. No tempo das festas e no dia-a-dia.
É assim que acontece nas terras civilizadas.
Servem as pessoas, preservam o meio ambiente e, geralmente, criam ainda uns postos de trabalho.
Não entendo como não conseguem ver esta necessidade!