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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Reunião de família


Ontem, ao jantar, reunimos 17 elementos da família em férias.
Um grupo grande, considerando até o facto de não ter havido qualquer plano colectivo para o gozo de férias.
Tios, irmãos, cunhados, sobrinhos, primos, dos quinze aos setenta anos, desde o Brasil até Cabeceiras, passando por Braga e Fafe.
O "Zé do Peixe Assado" foi o local do encontro.
Amanhã, em Albufeira, teremos direito a um novo encontro, para uma sangria...
As férias vão sendo agradáveis.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

EN 311


Por ocasião da minha deslocação a Montalegre, pude verificar o estado lastimável em que se encontra a EN 311, entre a vila de Refojos de Basto e Lodeiro de Arque.
Aliás, colega amigo doutras paragens, também me fez referência ao estado da estrada.
Uma estrada que devia ter sido devidamente reparada há alguns anos, mas que desde o fim das respectiva obras sempre deu origem às mais variadas críticas e queixas.
O piso apresenta graves problemas.
A sinalização é deficiente (salvaguardando é certo a sua destruição ao longo dos tempos...).
Em muitos locais fazem falta rails de protecção.
As valetas ou não existem ou estão ocultadas por lamas e vegetação.
Enfim, uma estrada que devia ser estruturante, logo de elevada qualidade, mas que mais parece um caminho rural.
Razão pela qual seria normal que se apurassem responsabilidades.
Porque estes resultados só podem decorrer de uma atitude de incompetência ou de má-fé.
Uma ou outra sujeita a escrutínio e responsabilidades.
Será que neste país não existem entidades que zelem pelo cumprimento dos contratos, pela verificação dos resultados que decorrem da aplicação de centenas ou milhões de euros do erário público?
É que quem ali passa todos os dias são vítimas diárias da incompetência e da irresponsabilidade, já que circulam numa via cheia de ratoeiras e de perigos.
Por outro lado, ali foram gastos muitas centenas de milhar de euros e desse investimento não resulta o produto final com a qualidade que se exige. Torna-se necessário voltar a fazer tudo de novo (ou quase tudo). E donde virá a verba para duplicar o investimento, em época de crise?
E tudo isto é mais contrastante quando nos extremos concelhios da EN 311, em Montalegre e Fafe, a estrada continua com um perfil e estado de conservação muito satisfatórios.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Problemas na A7

Dia de neve é sempre dia de problemas na A7.


Hoje estava de regresso de Braga e vinha a ouvir na rádio que o troço entre Fafe e Cabeceiras estava encerrado.

Achava estranho, já que até Fafe nada fazia prever essa situação.

Quando ali cheguei não havia nenhuma restrição, embora uma viatura da GNR estivesse parada algumas centenas de metros antes da saída para Fafe.

Porém, à medida que subia para a zona da Lameira, verifiquei que a neve começava a cair e a via estava bem branquinha.

Logo que se iniciava a descida, uma viatura estava a ser auxiliada, já que tinha ido parar à valeta.

A descida foi feita com mil cuidados, na maior parte do espaço, circulando-se por uma só faixa de rodagem, aberta pelos camiões ou jipes.

Em sentido contrário, a circulação fazia-se também com grande cuidado e já perto da Gandarela, verifiquei que um limpa-neves fazia esse percurso.

Um pouco mais tarde, voltei para Braga, fazendo o percurso inverso. Não obstante a existência de uma faixa de rodagem praticamente limpa, o trajecto foi feito com muita precaução e com vasta demora.

Os cerca de vinte quilómetros entre as saídas de Fafe e do Arco de Baúlhe, percorri-os aproximadamente numa hora, em cada sentido.

Registo também que, na segunda viagem, verifiquei que andavam a deitar sal na via.

Aparentemente tudo estava a funcionar e desta vez a A7 não fechou de facto durante a tarde. Com mais ou menos condicionalismos esteve aberta e permitiu a circulação de numeroso tráfego.

Contudo, não se compreende como um pequeno nevão (comparado com outros de anos anteriores ou os que ocorrem em muitos outros países) criam tamanha confusão e restrições numa via de perfil de auto-estrada.

Será que só é auto-estrada para cobrar as portagens?

Será que o limpa-neves não conseguiria fazer o seu papel com outra eficiência num percurso de apenas vinte quilómetros?

Hoje são previsíveis estas inclemências climatéricas, como não tomar medidas atempadas e adequadas às necessidades?

Mas também não posso deixar de anotar a falta de civismo e de respeito, de muitos automobilistas, que conduzem de forma a causar perigo e transtorno àqueles que de forma cuidada e zelosa procuram fazer as suas viagens em segurança.

Uns param para tirar fotografias, outros ultrapassam pela direita ou pela esquerda, serpenteando pela fila de trânsito, outros metem-se sem cuidar de saber da sua própria segurança e da dos outros…

A irresponsabilidade, a falta de educação também se vê bem espelhada nestas circunstâncias.

Esperemos que amanhã as estradas estejam transitáveis para que todos as possam percorrer em segurança.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Acidentes na A7

Na madrugada de hoje, registaram-se alguns acidentes na A7, entre os nós de Fafe e Cabeceiras, na descida do alto da Lameira para a Gandarela, o que originou até o encerramento do troço durante algum tempo..
O motivo desses acidentes prenderam-se com as condições do piso gelado.
Ora esse motivo estava há muito anunciado pelas autoridades devido às condições climatéricas adversas, que se esperavam.
Como é que a concessionária da autoestrada não as conhecia, até porque são já recorrentes nesta época do ano?
Como se admite que uma autoestrada fique bloqueada pelo gelo ou pela neve?
Será que os concessionários não são obrigados a zelar pela conservação e manutenção das vias?
Não há mecanismos de prevenção e de combate a estes problemas?
Ou será que as absurdas portagens que  nos cobram, mais as comparticipações do Estado, não chegam para isso?
O que seria dos países onde a neve e o gelo são uma constante?!....