Pela Liberdade! Como sempre na batalha pela Liberdade (de expressão) e pela Democracia. Mais um desafio a vencer!
terça-feira, 5 de março de 2013
Dividir ou unir?
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
VAMOS FAZER DE 2013 O PRINCÍPIO DE UM FUTURO MELHOR!
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Novo Ano, novo desafio!
sábado, 15 de dezembro de 2012
Sou candidato!
É para mim uma grande honra e uma enorme responsabilidade.
Uma grande honra, por terem confiado em mim e no trabalho que tenho desenvolvido ao longo dos anos, no nosso concelho, quer como Professor, quer
Uma enorme responsabilidade, porque num contexto político, social e económico difícil, quer a nível local, quer nacional, se me exige determinação e empenhamento de modo a defender um projeto que promova o futuro de Cabeceiras e dos Cabeceirenses.
Tal como sempre fiz, trabalharei em prol da nossa terra e das nossas gentes.
Espero ser digno da confiança que em mim depositaram.
Espero, também, contar com o apoio e a colaboração de todos aqueles que entendem chegada a hora de mudar e fazer de Cabeceiras uma terra mais atraente, mais desenvolvida, com mais emprego, com maior sensibilidade social, com melhor qualidade de vida.
Por Cabeceiras e pelos Cabeceirenses!
terça-feira, 11 de setembro de 2012
"11 de Setembro"
Desde aí, o mundo vive sob a pressão de múltiplos ataques, dos quais se vai destacando uma guerra económica e financeira sem precedentes.
Os países mais pequenos e mais vulneráveis têm vivido períodos de grave crise, com os inevitáveis custos para os mais pobres, os mais carenciados. Mas que se têm estendido às classes médias, que cada vez mais se proletarizam.
Portugal, a realidade que a todos nós diz respeito, vive anos de grande e grave crise.
Há um ano atrás, também, fomos atingidos pela notícia, dada pelo então primeiro-ministro socialista, que tínhamos de hipotecar a nossa independência económica e financeira, através de um resgate internacional, face ao cenário de iminente bancarrota.
Durante este ano, o novo Governo foi apenas o agente que, em nome da troika, implementou as medidas negociadas por Sócrates e pelo PS.
O Governo está atado a um memorando que resulta da (des)governação do PS.
Esperar-se-ia que aqueles que levaram o país a uma situação de insustentabilidade económica e financeira assumissem, pelo menos, responsavelmente o acordo que se viram obrigados a solicitar, a negociar, que aprovaram e assinaram.
Porém, dia após dia, apenas se vê os dirigentes socialistas reclamar das múltiplas medidas que o Governo é obrigado a executar, de acordo com o programa estabelecido nas condições acordadas pela negociação feita pelo próprio PS com os nossos parceiros internacionais.
Conforme o Governo não se cansa de evidenciar, Portugal estava em pré-bancarrota e as medidas adoptadas foram aquelas que nos foram impostas.
Não foi o Governo da coligação PSD/CDS que levou o país ao desequilíbrio das contas públicas. Não foi o responsável pelas parcerias público-privadas, não foi o responsável pelo descalabro das SCUT, não foi o responsável pelos milhões gastos no TGV, não foi o responsável pelo enxamear do estado com fundações e negócios ruinosos.
Quem Governou Portugal nos últimos anos foi o PS.
E colocou o país na situação que hoje todos nós vemos.
Aliás, nem se percebe como é que hoje criticam e sugerem medidas que não foram capazes de adoptar ainda quando o país não estava sob a vigilância internacional. Onde estavam afinal estes dirigentes? Onde tinham guardado as suas boas ideias?
O pior ataque que o país sofre, não é o efeito das medidas, duras e injustas para a generalidade dos portugueses, mas a venda da ilusão que há outro caminho.
Por boas palavras ou mera demagogia, a alternativa ao cumprimento dos compromissos com a troika é a perda do financiamento internacional e o assumir da bancarrota.
Se é esse o caminho que querem que sigamos, digam-no sem rodeios.
Os sacrifícios a que estamos sujeitos são quase incomportáveis, mas asseguram uma trajectória de ajustamento que a termo irão dar resultados, tal como o deram na crise de 1983.
Porém aqueles que só vendem facilidades, que vendem ilusões, são aqueles que nos arruinaram, que deixaram chegar o país à bancarrota, que não tomaram as medidas que eram necessárias.
O actual Governo tem vindo a demonstrar um enorme sentido de Estado e responsabilidade política ao assumir as medidas impopulares, em nome da recuperação do país e da sua independência política e económica, postas em causa no ano passado pelo Governo liderado pelo PS.
Como se costuma dizer, quem contribui para o problema, não será, por certo, quem contribui para a solução.
O pior ataque que Portugal hoje sofre é a demagogia e a irresponsabilidade de quem nos levou à bancarrota e hoje se quer afirmar como os salvadores da pátria.
Todos nós temos consciência das dificuldades, da dureza das medidas adoptadas, dos riscos sociais, mas a alternativa seria ainda muito pior.
Como diz a sabedoria popular, vão-se os anéis, fiquem os dedos.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Autárquicas já mexem…
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
A alternativa é o PSD!
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Entrevista ao Presidente da Comissão Política do PSD de Cabeceiras de Basto
Pode ler aqui o trabalho jornalístico publicado na edição de Julho.
Pode também ler a versão integral da entrevista no blogue do PSD Cabeceiras.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Entrevista na RVB
Abordei a questão da última Assembleia Municipal, a divulgação pública dos nomes dos principais candidatos do PS e a reorganização territorial.
Pode ouvir aqui a entrevista.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
O futuro já começou!
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Vitória em Cabeceiras
...
Dois grandes vencedores da noite eleitoral por aqui, voluntários ou não, são Mário Leite, oportuno na tentativa de reerguer um partido até há pouco moribundo em Cabeceiras de Basto, e André Gonçalves Pereira, líder da JSD, pela dinâmica vodka laranja que foi impondo aos adversários. Agora resta saber se o PSD consegue lidar com a oportunidade para tomar de assalto a Câmara Municipal em 2013. Precisará de um programa credível, um leque de nomes fortes e um candidato carismático, longe da figura que levou às urnas em 2009. Mas também precisará que o PS se deixe ficar no marasmo, que duvido. Uma novela interessante de se acompanhar no contexto muito provável de um novo mapa de freguesias.
Ler mais
Palavras amáveis do Dr. Vítor Pimenta num momento particularmente feliz, a vitória do PSD em Cabeceiras de Basto, vinte anos depois.
Vitória que interrompe as do ciclo de poder do PS no país e no concelho, o que nos responsabiliza ainda mais pela luta que se avizinha em 2013.
Quanto ao futuro, nos próximos meses começará outro ciclo, porque agora é a vez de MUDAR Cabeceiras.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Liberdade e Democracia
Portugal fez uma “revolução” em 1974, para dar liberdade e democracia ao povo, já que não se discutia a independência.
Salazar e Caetano tinham assegurado, até, um estatuto de “orgulhosamente sós”, porque a independência de Portugal o colocava fora dos circuitos dos poderes instalados na comunidade internacional.
Otelo Saraiva de Carvalho, um dos estrategas do “25 de Abril”, veio agora dizer que se sabia o que viria a acontecer em Portugal, nunca teria participado na revolução.
Porquê tanta desilusão?
Porque Portugal acaba de perder a sua independência.
Ao reconhecer o estado de pré-falência, o Governo pediu a ajuda internacional, sujeitando-se às medidas que nos vierem a ser impostas. Aqui acaba a nossa capacidade de escolha, a nossa capacidade de decidir, a nossa capacidade de autonomia.
Passaremos a executar as medidas que os nossos credores nos imporão.
Foi este o ponto onde nos levaram as medidas e as teimosias de um (des)governo liderado por um homem que só tem um objectivo: manter-se no poder a qualquer custo.
Com a sua atitude, não hesitou em colocar Portugal na bancarrota, fazendo-nos perder a independência, hipotecando a democracia e a liberdade.
Como diz o ministro Luís Amado, temos de sair da situação actual de "vergonha" e “humilhação" face ao estrangeiro, a que nos conduziram.
Temos agora de fazer uma revolução financeira para reganhar a independência e, com ela, a liberdade e a democracia.
Esta é agora a nossa prioridade. Precisamos de estar conscientes das dificuldades, das condicionantes, da factura pesada que teremos de pagar.
Mas primeiro teremos de punir claramente quem nos arrastou para o abismo, sob pena de lá continuar.
Dia 5 de Junho temos a oportunidade de fazer justiça pelas próprias mãos.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Renovar o PSD
domingo, 13 de março de 2011
Renovar o PSD
Passem por lá e dêem o vosso contributo...
sábado, 12 de março de 2011
Passos Coelho responde
Por cá, passam-se os tempos sem que hajam medidas concretas de combate ao despesismo socialista.
Depois, e sempre por ocasião de reuniões europeias, lá vem o Governo com mais um pacote de medidas adicionais.
No entanto, sempre na mesma direcção: o contribuinte.
Pela parte do estado, dos gabinetes, do aparelho não há novidades. Podem continuar a gastar à vontade.
Por isso, é bem vinda esta resposta de Passos Coelho, que podem consultar em: PSD - Partido Social Democrata
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Congresso dos TSD
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Congresso dos TSD
Este fim-de-semana decorre o XII Congresso dos TSD, no Peso da Régua.domingo, 20 de fevereiro de 2011
Assumo o desafio!
Ao longo dos últimos meses, tenho vindo a publicar alguns textos onde abordo a situação interna do PSD em Cabeceiras de Basto e a necessidade da sua reorganização, para poder apresentar, aos cabeceirenses, um projecto alternativo em 2013.
Referi aqui neste mesmo espaço, na edição anterior, que o mandato dos actuais órgãos “foram tempos de ausência, de falta de iniciativas, de silêncios (quantas vezes cúmplices com o poder), de ausência de projecto, de medidas, de propostas. Assim e com estes protagonistas, o PSD não pode almejar a ser alternativa, não estará seguramente à altura dos desafios que temos pela frente. Já é tempo, mais do que tempo, de se encontrar uma solução.”
Estávamos nas vésperas das eleições presidenciais, nas quais esperava, como veio a acontecer, a vitória de Cavaco Silva, como um primeiro passo, ao qual se deverá seguir uma vitória nas legislativas (antecipadas) e depois nas autárquicas, que terão lugar em 2013.
Nessa mesma ocasião, mantive alguns contactos com vários militantes e responsáveis partidários, no sentido de os sensibilizar para a urgência de uma solução.
Como então referi, considero que o PSD desapareceu da cena política concelhia, deixando de cumprir o seu papel de oposição, mas deixando, também, de discutir o futuro do partido e do concelho, em diálogo com os próprios militantes e de promover a alternativa de poder autárquico que se deseja.
Aproxima-se, pois, a ocasião de o PSD se assumir como alternativa e para isso é absolutamente essencial que o partido esteja reorganizado, os militantes se revejam numa nova equipa, num programa de acção e que seja apresentado um projecto para o concelho que dê respostas aos múltiplos problemas que os cabeceirenses sentem.
Já lá vão, porém, três semanas sem que haja nota de qualquer evolução na situação interna do PSD.
Sempre assumi a responsabilidade e as consequências das minhas ideias e das minhas propostas. E por isso tenho pago um preço bem alto. Não é agora, num momento absolutamente decisivo, que vou remeter-me ao silêncio ou à inacção.
E nessa conformidade, decidi assumir o compromisso de apresentar uma candidatura aos órgãos da Secção do PSD de Cabeceiras de Basto.
Desta decisão dei conhecimento ao Presidente da Mesa da Assembleia-geral e solicitei-lhe a marcação da respectiva assembleia-geral eleitoral.
Dou ao partido uma alternativa, uma opção de escolha.
Apresentarei uma nova equipa e um novo projecto, para construir a alternativa em que se possam rever os cabeceirenses, em 2013.
Não posso ser mais claro, mais objectivo, mais positivo.
Aguardarei o veredicto dos militantes.
Assumo o desafio!
Publicado na edição de Fevereiro de 2011 de "O Basto"
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
PSD quer emagrecer o Ministério da Educação
Vale a pena reflectir, concordemos ou não.
Uma coisa é certa: este modelo actual não tem resultado, uma mudança pode ser boa.
É claro que depende da mudança...
"Estado. PSD quer emagrecer o Ministério da Educação
O PSD quer um Ministério da Educação (ME) limitado ao papel de regulador do ensino sem funções de gestão das escolas. Depois de, nas jornadas parlamentares do PSD, ontem em Braga, Joaquim Azevedo, ex-secretário do governo de Cavaco Silva, ter defendido que o "Ministério da Educação pode ser implodido sem nenhum problema", ao i, o vice-presidente da bancada parlamentar, Pedro Duarte, explica que o PSD quer "reduzir o monstro burocrático do ME".
De acordo com o deputado, o sistema intermédio, "como as direcções regionais", gera "entropia na educação". Estas estruturas, esclarece, levada a cabo a "redução das competências" defendida pelos sociais-democratas, "extinguem-se por si próprias".
A visão da educação do PSD passa por remeter a tutela a apenas "uma função de regulação e avaliação do sistema" mas "não a de dirigir as escolas".
"Uma verdadeira autonomia das escolas", diz o Pedro Duarte, que concorda com uma avaliação dos professores feita por uma agência independente.
Nas jornadas, o antigo secretário de Estado Joaquim Azevedo tinha defendido que Portugal não precisa dessa administração do ME "para coisa quase nenhuma". O que é necessário, sustentou, é apenas uma agência de apoio às escolas e uma agência de avaliação. "Mais nada". Encolher o peso e influência do ME foi a empreitada que Couto dos Santos quis levar até ao fim enquanto tutelou a pasta da Educação, no governo de Cavaco Silva.
Falhou na missão e hoje culpa os partidos pelo fracasso: "Encontrei demasiadas resistências entre altos funcionários das direcções centrais e regionais, estratificados por todas as forças partidárias.
"O modelo que o antigo ministro ambicionou tinha como finalidade reduzir o ministério a duas funções: "Um ministro e dois staff para gerir o processo legislativo e definir estratégias de médio e longo prazo das políticas educativas seria suficiente." Tudo o resto caberia às escolas, que veriam a autonomia aumentar, e às direcções regionais, que teriam de reduzir a dimensão: "Acabar com os serviços centrais e descentralizar o concurso de professores para um plano regional foram metas que não consegui cumprir."
Hoje é diferente, avisa Couto dos Santos, convencido de que é "agora ou nunca" que a reestruturação deve avançar: "A falta de dinheiro é uma oportunidade única para iniciar o processo, que contudo, não pode ser tão radical como defende Joaquim Azevedo - terá de avançar por fases", remata."...
Agora pensem nisto.
Abraço!
Publicada por Professor Raro