Pela Liberdade! Como sempre na batalha pela Liberdade (de expressão) e pela Democracia. Mais um desafio a vencer!
sexta-feira, 22 de abril de 2011
“Profissão desgastante a nível psicológico” - Ensino - Correio da Manhã
“Profissão desgastante a nível psicológico” - Ensino - Correio da Manhã
É importante reflectir sobre estas realidades sob pena de não compreendermos o que se passa nas escolas e os seus resultados.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Governo aprova criação do crime de violência escolar - TSF
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Formação de Professores
Quem pode foge da carreira docente; os que não que não conseguem melhor escolhem os cursos menos exigentes, avisam os especialistas em educação
Um bom professor faz toda a diferença em qualquer escola do mundo. Só por isso faz sentido que apenas os melhores candidatos sejam admitidos no ensino. Não é o que aconteceu este ano em Portugal. Os resultados da primeira fase de acesso ao ensino superior mostram que um em cada três cursos de formação de docentes teve uma nota mínima de acesso a rondar os 10 valores. Em quase metade das licenciaturas de Educação Básica (45%), o último classificado obteve uma média de 11 valores.
Dos 20 cursos de educação básica oferecidos nos politécnicos e universidades do país, só três cursos atingem uma média superior a 12 valores e em apenas 15% das licenciaturas (três cursos), a nota mínima é superior a 14 valores. "São maus resultados, mas não surpreendem", diz Manuel Santana Castilho, professor da Escola Superior de Educação de Santarém. Estamos perante uma carreira com as mais "elevadas" cargas horárias da União Europeia e os salários médios mais baixos da OCDE.
Qual é portanto o candidato que procura uma profissão que oferece menos que muitas outras? A resposta é óbvia: "Os que não conseguem melhor vão para os cursos menos exigentes", defende o analista educacional. E, quem pode, foge das escolas que "nos últimos cinco anos" se tornaram nos lugares menos apelativos para os estudantes que se candidatam ao ensino superior.
Os resultados deste ano são preocupantes e podem ser ainda mais a curto ou médio prazo, avisa o dirigente da Associação Nacional de Professores, João Grancho: "Cada vez mais a profissão de docente tenderá a não conseguir atrair os melhores." A exposição negativa a que os professores estão sujeitos, a instabilidade nas escolas, a precariedade, o desemprego ou o pouco reconhecimento social são os motivos para afastar os alunos com as melhores médias, defende o presidente da ANP. Não é por acaso que a União Europeia recomenda a todos os países membros para adoptarem políticas que tornem mais atractiva esta profissão: "A qualidade de um professor tem um grande impacto no insucesso e abandono escolar", relembra João Grancho.
Selecção rigorosa. Ter uma classificação elevada não é porém garantia para formar um bom professor, alertam os especialistas em educação. E é por isso que os cursos devem estar sujeitos a uma selecção rigorosa. Não basta avaliar os conhecimentos que os candidatos adquiriram no ensino básico e secundário, adverte Luís Picado presidente do Instituto Superior de Ciências Educativas: "Há outras competências que deverão ser exigidas, como por exemplo as aptidões interpessoais, emocionais e motivacionais."
Razão para o especialista em Psicologia da Educação sublinhar também o papel das escolas de ensino superior: "Cabe às universidades seleccionar e, também, identificar durante o processo formativo aqueles que não demonstram as competências necessárias. Um bom professor ensina o que sabe mas também ensina a pessoa que é." Não havendo selecção, formação e avaliação adequadas, é "toda a credibilidade e futuro da profissão, bem como a qualidade da educação, que ficam comprometidas", explica o presidente da Associação Nacional de Professores. Repensar as condições de admissão é por isso urgente se quisermos sair dos "últimos lugares da Europa", remata Santana Castilho.
por Kátia Catulo , jornal i, publicado em 22 de Outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Dia Mundial do Professor
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Associação Nacional de Professores entregou donativo à escola da Serra de Água
Cheque prenda de 500 euros para adquirir material didáctico
A Escola Básica do 1º Ciclo com Pré Escolar da Serra de Água recebeu esta manhã um donativo oferecido pela Associação Nacional de Professores. Um cheque prenda no valor de 500 euros para adquirir material didáctico para as 82 crianças que frequentam este estabelecimento de ensino, situado numa das localidades mais afectadas pelo temporal, daí a escolha.
Outros donativos serão também entregues a escolas do Funchal e de Santa Cruz.
Fonte: Notícia de ontem no Diário de Notícias - Madeira, Orlando Drumond
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Associação Nacional de Professores quer mais "valorização" da classe
Associação inaugurou ontem a sede na região e abordou a criação de uma ordem
Na inauguração da sede da secção regional da Madeira da Associação Nacional dos Professores (ANP), nos Barreiros, o presidente da comissão instaladora regional, Luís Alves, apontou que pretendem "dar mais visibilidade ao trabalho da classe docente da Região e contribuir para uma melhoria do desempenho docente nas escolas".
O presidente da direcção nacional da ANP, João Henrique Grancho, focou que "ao longo de muitos anos, a profissão docente tem vindo a ser descuidada", no sentido de que não tem sido dada a "devida atenção". O responsável falou ainda do propósito da auto-regulação da profissão, dando como exemplo a criação de uma ordem dos professores para defesa dos valores da classe.
O presidente da CMF, Miguel Albuquerque, referiu que "o desígnio nacional e democrático" passa pela qualificação dos portugueses e enalteceu o papel dos docentes na sociedade.
Registo da inauguração da sede da Associação Nacional de Professores na Região Autónoma da Madeira, no Diário de Notícias - Madeira
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Saudação
sábado, 22 de maio de 2010
Até amanhã...
terça-feira, 4 de maio de 2010
Auto-regulação traz benefícios para o Ensino
“O caminho para a institucionalização da auto-regulação da profissão docente em Portugal terá de ser aberto pelo diálogo entre as associações profissionais, pela informação e comunicação com os professores, e também com iniciativas dirigidas à opinião pública”, refere o Presidente da Associação Nacional de Professores, João Grancho. Para além da auto-regulação, o responsável defende, em entrevista ao Ensino do Futuro, que a violência nas escolas deverá ser prevenida desde o pré-escolar.
Quais são os principais desafios que os professores têm de enfrentar no Ensino?
Penso que há três desafios essenciais: desde logo o desafio da estabilidade, quer ao nível das condições gerais de exercício da sua profissão, quer ao nível dos quadros reguladores do seu estatuto profissional e funcional; por outro lado o desafio da restauração do reconhecimento e da confiança social na profissão; por fim, e talvez o mais importante, a capacidade de se congregar em torno da criação de um organismo de auto-regulação que cuide do valor e dos valores da profissão docente.
De que forma é que a auto-regulação pode ser um benefício para os professores?
A auto-regulação profissional, genericamente considerada, tem benefícios públicos, políticos, profissionais e pessoais. Atendo-me apenas aos benefícios profissionais, o que se pode afirmar, tomando por referência os países em que ela já existe e as profissões já auto-reguladas em Portugal, é que contribuiu de forma decisiva para elevar o estatuto da profissão, o reforço da sua competência profissional, da sua autonomia, confiabilidade e respeitabilidade.
O que é necessário para haver essa auto-regulação?
A base jurídica da auto-regulação é um mandato público atribuído a uma associação ou organismo profissionais, conferindo-lhe poderes para a regulamentação e disciplina da profissão, no interesse público.
Atenta essa realidade, necessário e decisivo para a criação de um organismo de auto-regulação da profissão docente é que os responsáveis políticos, mas sobretudo os professores e suas associações, compreendam os seus benefícios.
Por consequência, o caminho para a institucionalização da auto-regulação da profissão docente em Portugal terá de ser aberto pelo diálogo entre as associações profissionais, pela informação e comunicação com os professores, e também com iniciativas dirigidas à opinião pública. Passa ainda necessariamente pelo diálogo com o poder público, a nível legislativo e executivo.
Para além do bullying, que tipo de violência enfrenta o professor?
Os professores estão cada vez mais expostos e sujeitos a pressões de vária índole, enquanto no exercício da sua profissão. Situando-nos no plano estrito da “violência” é um facto, ainda que não generalizável, que recorrentemente são alvo de ameaças, calúnias, denúncias (a maior parte delas infundadas) e mesmo agressões psicológicas e físicas.
Que medidas devem ser tomadas para evitar e controlar os comportamentos violentos?
A melhor e mais consistente medida para evitar os comportamentos violentos é a prevenção. Uma prevenção que deve começar logo no pré-escolar e estar intencionalmente presente ao longo de todo o percurso escolar dos alunos e envolver, designadamente, os pais e encarregados de educação. Para isso são necessários recursos humanos e materiais integrados e articulados em torno de equipas multidisciplinares e a criação de condições que permitam uma articulação adequada e sistemática entre escola e comunidade envolvente.
Que análise faz do impacto das novas tecnologias no Ensino?
De facto, o desenvolvimento das tecnologias produziu alterações profundas na nossa forma de estar na sociedade, mas o mais significativo são as mudanças operadas nos nossos jovens. Os jovens de hoje, convivendo umbilicalmente com o acesso instantâneo à informação, chegam à escola transportando consigo um mundo que ultrapassa em muito os limites do núcleo familiar, do professor e da própria escola.
Deste modo, as novas tecnologias não podem ser vistas como meros instrumentos didáctico-pedagógicos de motivação e apoio aos alunos; devem ser encaradas como elementos de articulação de todo o processo de ensino-aprendizagem, e indutoras de uma nova forma de produzir conhecimento, de ensinar e aprender.
Quais são as perspectivas para o Ensino do Futuro?
Penso que não podemos falar em Ensino do Futuro, mas antes do ensino de hoje, de todos os dias, que deve fornecer a quem o frequenta as ferramentas adequadas, adaptáveis, para enfrentar o futuro. Nesse sentido todo o investimento deverá ser no sentido de reforçar a qualidade, o rigor e a exigência.
Publicado por Ensino do Futuro em 30 abril 2010 às 14:29 em Opinião
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Auto-regulação da Profissão Docente

domingo, 21 de março de 2010
25.º Aniversário da ANP
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
ANP na Madeira

domingo, 13 de dezembro de 2009
Uma nova perspectiva
Todas as ideias têm um tempo.
Um tempo para serem geradas, outro para serem amadurecidas, outro tempo para serem executadas e assumidas. Haverá sempre tempo para serem avaliadas.
Na Educação e na vida dos Professores, sabemos bem quanto o tempo tem significado.
Os Professores viveram os últimos quatro anos debaixo de fogo.
Viveram, também, sempre sob a suspeita de serem uns marginais da sociedade, já que diziam que "não fazem nada e ganham bem".
Com isso, o Governo de Sócrates e Maria de Lurdes Rodrigues achincalhou uma classe, quase toda, com formação de base de licenciatura e já com muitos milhares de mestres e doutores.
Será que alguma sociedade poderá progredir quando se põe em causa uma das classes mais qualificadas de um país?
Por isso, urge ultrapassar os diferendos com uma nova perspectiva.
As propostas já nem são de hoje.
Desde a primeira hora que elas foram formuladas e apresentadas. Porém, não era o tempo delas.
Hoje, essas propostas (certamente adequadas ao novo contexto) começam a fazer sentido.
Mais, questiona-se até porque não o fizeram mais cedo.
Vem tudo isto em consequência da apresentação das propostas da ANP - Associação Nacional de Professores à Sr.ª Ministra da Educação.
Pensar a "Profissão Docente", definir um "Código Deontológico", referenciar uma "Ética Profissional", são patamares essenciais para estabelecer a base do respeito, do prestígio e da confiança nas escolas, nos professores, no ensino e na educação.
Só definindo os quadros de referência se pode aferir os resultados e avaliá-los.
Como é que o ME quer avaliar os professores se não tem definidos os quadros de referência?
É, pois, tempo de olhar todos os contributos com humildade.
Assumir que os Professores são os primeiros e principais parceiros na definição e na execução das políticas educativas do país.
Nenhuma política será adoptada, nesta como em qualquer outra área, no nosso país ou noutro qualquer, sem a compreensão dos próprios, sem o seu empenhamento, sem a sua cooperação.
Estou convicto que a nova equipa ministerial tem mais sensibilidade para o problema. Mas também tenho dúvidas que tenha poder para impor as medidas que se exigem.
sábado, 12 de dezembro de 2009
Ausente
De manhã, numa audiência no ministério da educação, com a Sr.ª Ministra Isabel Alçada.
À noite, jantar em Pombal, com os colegas da ANP da Secção do Centro Litoral, onde esteve também o Sr. Presidente da Câmara de Pombal e o respectivo Vereador da Educação.
Centenas de quilómetros pelo meio.
Hoje continuou a marcha. Até Ílhavo, para uma reunião onde os quadros da ANP discutiram a ética e a deontologia da profissão docente.
Mas já cheguei.
Tarde, cansado, mas já por aqui ando a pôr as leituras e a escrita em dia...
Até amanhã.
sábado, 5 de dezembro de 2009
O preço da ignorância!
Hoje estive no Conselho Nacional da ANP.
Em pleno período de negociações sobre as questões que têm trazido a maior instabilidade às escolas, as organizações de classe e os docentes em geral não podem estar satisfeitos.
As propostas apresentadas pela nova equipa ministerial têm sido salomónicas.
Por um lado procuram ir de encontro às reivindicações dos professores: acabar com a divisão da carreira, alterar o modelo de avaliação.
Mas por outro, condiciona a progressão nessa mesma carreira de uma forma ainda mais restritiva do que a legislação anterior previa. Enquanto na carreira fraccionada havia apenas dois patamares (professor e professor titular) com quotas de passagem de um para outro patamar, a actual proposta apresenta três níveis, 3.º, 5.º e 7.º, para os quais se exige condicionantes.
Estamos aqui com um novo e mais gravoso problema.
Com condicionantes logo para os jovens professores (8 anos de serviço), no acesso ao 3.º escalão.
Entendemos que os professores com avaliação positiva devem progredir na carreira sem limitações de ordem administrativa, fundadas apenas nas questões financeiras.
Não são os milhões gastos na educação que deitam a perder o País.
Aliás, se alguém acha que a educação é cara, basta ver o preço da ignorância!
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Novo rumo!
Primeiro uma audição pública do grupo parlamentar do PCP.
Depois uma audiência no grupo parlamentar do PSD.
Antes e depois muitos quilómetros para percorrer.
Amanhã, o debate na AR sobre as propostas apresentadas por toda a oposição, continua a manter a pressão sobre o ME, que parece empenhado em contribuir para a resolução dos problemas.
A nova ministra parece iniciar de facto um novo percurso, mais dialogante, mais consensual e sobretudo mais coerente.
Estamos ainda no início da caminhada. Veremos no que vai dar.
No entanto, ficamos com a convicção de está na hora de mudar de rumo.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Os Professores continuam no centro do debate político
Lançou o debate o Prof. Santana Castilho, após a abertura pelo líder da bancada parlamentar, Dr. Aguiar Branco e sob a coordenação do Dr. Pedro Duarte.
Um grande número de deputados da bancada social-democrata acompanharam os trabalhos.
Todas as 23 intervenções convergiram em duas situações:
- suspensão imediata do modelo de avaliação; e
- necessidade de o Governo iniciar um processo negocial para a revisão do Estatuto da Carreira Docente e consequente anulação da divisão da carreira e da avaliação dos professores.
Muitas das intervenções abordaram ainda outras temáticas que preocupam os professores, as escolas e as famílias:
- Exigência de rigor nas escolas;
- Objectivos claros;
- Necessidade de clarificar o papel da escola;
- Discutir os conceitos de escola inclusiva e escola a tempo inteiro;
- Necessidade de dignificar o papel dos Professores;
- Formação inicial e contínua dos Professores;
- Reformulação dos planos curriculares;
- Criação de um órgão de auto-regulação da profissão docente;
- Construção de um Código Deontológico Docente;
- Anular a divisão administrativa da carreira docente entre Professor e Professor Titular;
- Aplicação da CIF no Ensino Especial;
- Funcionamento das AEC's;
- A municipalização da educação;
- Concursos e estabilização do corpo docente;
- Retirar a burocracia das escolas;
- Gestão e autonomia das escolas;
- Qualificação dos avaliadores e gestores;
- Políticas de apoio às famílias;
- Curriculização do Inglês e da Educação Musical;
- Alteração da Lei de Bases do Sistema Educativo;
- Violência em contexto escolar;
- Qualidade vs resultados escolares;
- Término de processo de quotas na avaliação;
- Colocar o interesse dos alunos no centro da acção educativa;
- Clima de desânimo e de desmotivação nas escolas;
- Necessidade de rever o Estatuto do Aluno;
- Dificuldades sentidas com o abandono de muitos dos Professores mais experientes;
- O papel relevante da Língua Portuguesa;
- Situação do ensino profissional.
Como se pode verificar, quando se fala de educação, não é apenas e só a avaliação ou a carreira dos professores que está em causa.
Não.
Há muitos problemas, muitas situações por resolver, que o Governo procurou esconder através de uma nuvem de discussão sobre apenas dois aspectos de eventuais direitos ou deveres dos professores.
Mas torna-se claro que a nova equipa ministerial só pode conseguir negociar e encontrar soluções se for capaz de colocar um ponto final nas duas questões centrais que foram atiradas para a opinião pública contra os professores.
Aliás, no sentido em que, um pouco por todo o mundo, se vai vendo e ouvindo.
Santana Castilho reforçou exactamente essa mensagem, recordando o discurso de Obama, que aliás já aqui citei, e uma decisão de um tribunal espanhol.
Como problema chave, definido no debate, é a relação entre as questões financeiras e as questões de educação.
Isto é, tudo resulta da falta de dinheiro para pagar uma educação mais eficiente, de maior sucesso.
Já que todas as medidas adoptadas mais não são do que meros expedientes para que o Estado não pague o que prometeu, negociou e acordou há muito tempo atrás com os Professores, aquando da aprovação do anterior ECD.
Para conclusão dos trabalhos, o Dr. Aguiar Branco comprometeu-se, em nome do PSD, a não baixar os braços nestas questões da educação. Não compreende como se pretende uma educação valorizada e sistematicamente se desprestigia a classe docente, vital para este desígnio nacional.
Enquanto medidas imediatas, propôs:
- acabar com a divisão da classe docente;
- terminar com este modelo de avaliação;
- exigir do Governo a abertura de um novo processo negocial; e
- propor a criação de uma comissão parlamentar para o acompanhamento deste processo negocial.
Foi um passo positivo e muito importante.
Poucas vezes se reúnem, num mesmo debate, todos os principais intervenientes nestes processos.
Que este espírito de cooperação, de debate, de partilha de opiniões possa levar também à consensualização de propostas que tragam pacificação às escolas, que dignifiquem os professores, que valorizem a educação e o ensino, que promovam o sucesso e a qualificação, e que em última análise propiciem aos alunos aquilo a que têm direito: sucesso educativo, situação impossível no actual contexto.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Professores em alerta
Contudo, hoje de manhã, vai ser um momento importante para os Professores.
Todas as suas organizações de classe, sindicatos, associações profissionais e movimentos independentes, conjuntamente com muitos outros professores a título individual participarão num encontro promovido na AR pelo PSD.
Procuram-se soluções para o impasse criado pelo anterior Governo quanto à avaliação dos professores e ao ECD.
Lá estarei, com João Grancho, em representação da ANP.
Fazemos votos que se comece uma nova era na educação mesmo que, da parte do Governo e da nova Ministra, ainda não tenham sido dados sinais de inverter o sentido político da anterior gestão ministerial.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Dia do Professor
O dia 5 de Outubro foi declarado o "Dia Mundial do Professor".
Cá em Portugal, passa despercebido, por trás do Dia da Implantação da República.
Mas convém não o esquecer.
Aqui deixo a mensagem da UNESCO para o dia de hoje, publicada na página da ANP.