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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Dar nas vistas!

A melhor forma de dar nas vistas é atrapalhar...
Já é costume em meses de verão, para dar nas vistas aos emigrantes.
Desta vez, coube ao Arco de Baúlhe a honra do feito.
As obras na confluência da EN 205 com a 206 e o novo arruamento de acesso ao Caneiro, obras paradas há algum tempo, reiniciaram-se com a construção de uma nova e ampla rotunda.
Ficou foi a faltar espaço para as viaturas passarem.
Pelo meio, e como é hábito, faz-se, desfaz-se, refaz-se, volta a fazer-se.
É assim o planeamento municipal.
Lamentavelmente!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Os amigos do Marco

Foi muito interessante a sessão com os alunos das Escolas do Arco de Baúlhe e da Faia para apresentação do livro "Os amigos do Marco".
A história prendeu a atenção dos alunos e o seu conteúdo foi apreendido com facilidade.
Ficou aberta a oportunidade de exploração de diferentes explorações da história.
No final, uma grande sessão de perguntas sobre o conteúdo, mas também sobre o autor.
Valorizado também o trabalho dos alunos de Pedraça que produziram a ilustração do livro.
Vale o esforço e serve de exemplo.
Boas leituras!

domingo, 1 de maio de 2011

Encontros de Leituras

Amanhã, dia 2 de Maio, pelas 10H30, estarei na Antiga Casa do Povo para apresentar "Os amigos do Marco" aos alunos dos 3.º e 4.º anos das Escolas do Arco de Baúlhe e da Faia, integrado no programa dos "Encontros de Leituras".
"Os amigos do Marco" é uma pequena história infantil elaborada a partir de um texto da minha autoria e fruto da exploração e ilustração efectuada pelos alunos da Escola de Pedraça.
É o resultado de um trabalho escolar feito exactamente para valorizar a leitura e os livros.
Brevemente, estarei também no Agrupamento de Escolas Bernardino Machado, em Famalicão, para uma acção idêntica.

terça-feira, 8 de março de 2011

Carnaval no Arco de Baúlhe

Hoje decorreu, como é tradição, o desfile de Carnaval, na vila de Arco de Baúlhe, promovido pela ARCA.
O poder político municipal foi o "bombo da festa", como se costuma dizer.
E motivos não faltaram: o encerramento do Agrupamento de Escolas, a criação de uma associação de pais na esfera do poder e a falta de licenciamento do lar e creche da ARCA.
Carros alegóricos e muitas mensagens críticas deram o tom sarcástico enquanto os bombos e a escola de samba deram o ritmo e o colorido ao desfile.
Com o devido reconhecimento, deixo aqui as fotos, da autoria do Dr. Telmo Bértolo.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Uma pérola da nossa Terra

A nossa região tem óptimas casas que merecem a visita.
A Casa das Tojeirinhas, mesmo no centro da vila de Arco de Baúlhe, é uma delas.
Agora disponível para o turismo.
Vejam no seu site e sobretudo aproveitem para a usufruir...

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

UM PESO E DUAS MEDIDAS

O desentendimento entre a Câmara Municipal e a ARCA, sobre a falta de licenciamento do lar e creche, tem vindo a originar o aparecimento de várias revelações.
Agora é a diferença de atitude entre duas instituições a quem a Câmara Municipal começou por viabilizar a construção, mas que agora se vêem em situação diferente na fase da sua conclusão.
A ARCA não tem licença, mas à Fundação Gomes da Cunha foi concedida, mesmo que não tenha, tal como a ARCA, os arranjos exteriores concluídos.
Esta situação vem agora divulgada no blogue ASSOCIADO DA ARCA - A VERDADE.
Mas nada disto é novo.
Aquando da viabilização destes dois projectos, outro ficou para trás, o da Cruz Vermelha do Arco.
Mas sempre assim foi na relação da autarquia com os clubes de futebol, depois com as associações, por fim com as escolas.
A esta "escola" de diferenciação têm chamado de direito de discricionaridade.
Está dentro dos parâmetros dos direitos de opção de quem governa.
Só poderemos, então, questionar como nos governam...

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Lar de idosos espera licença da câmara

A Associação Recreativa e Cultural de Arco de Baúlhe (ARCA), no concelho de Cabeceiras de Basto, tem concluído um novo edifício que funcionará como Lar de Idosos e Creche mas que não tem licença da autarquia para poder abrir as portas.

"Foi um investimento de cerca de 2,4 milhões de euros e está tudo construído e pronto para avançar e receber os utentes", anunciou Elisa Martins. Esta responsável não se conforma com o indeferimento por parte da autarquia do pedido de licenciamento para a abertura do edifício.

"Pedimos a licença de utilização no dia 11 de Novembro e a notificação da Câmara é de indeferimento porque nós modificamos o pavimento dos passeios à volta do edifício e não concluímos, ainda, os jardins", contou. Elisa Martins explicou que "o pavimento era para ser de cubos de granito mas por uma questão de funcionalidade, mais por causa das cadeiras de rodas, optamos por blocos de cimento" e, por isso, não percebem as razões do indeferimento.

Nesta altura, a ARCA garante que há muitos idosos para entrar no Lar, tal como crianças para o serviço de creche e relata mesmo situações de "idosos com 90 anos que estão em casa a cuidar de outros". Além disso, a ARCA está a arcar com um prejuízo mensal de cerca de 5 mil euros, valor que tem de ser liquidado à luz de um empréstimo bancário.

A Câmara de Cabeceiras de Basto não se sente responsável pela não abertura do edifício. "Os técnicos da Câmara verificaram que o projecto aprovado para os arranjos exteriores não foi cumprido. Situação que foi confirmada a 28 de Dezembro pela Comissão de Vistorias", frisou a autarquia, em comunicado.
Os serviços alegam que os arranjos exteriores na ligação ao caminho de Morgade na ligação a Vila Nune ainda não estão concluídos.

JN, 00h30m

CARLOS RUI ABREU
Comentário
Realmente significativo, num concelho onde o cumprimento das obras exteriores das urbanizações são um verdadeiro exemplo!!!!

É só dar uma voltinha pelo centro de Refojos ou do Arco...

Tinham logo de começar a ser exigentes com a ARCA.

Verdadeiramente um espanto!


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Insólito ou nem tanto...

Cabeceiras de Basto teve hoje honras na TVI.
No programa da manhã, a Direcção da ARCA trouxe a público a situação que vive, decorrente da falta de licenciamento para abertura do seu Lar e Creche.
Trata-se da falta de licenciamento pela Câmara Municipal, depois de concluída uma obra licenciada e até acalentada pela autarquia no início.
Pelo meio, mais de milhão e meio de euros investidos, sem que os principais interessados, as crianças e os idosos, possam beneficiar da obra realizada.
Nada que não seja novo.
Desta vez calhou à ARCA, como noutras ocasiões calhou à Santa Casa da Misericórdia ou à Cruz Vermelha do Arco.
Aliás, reconheça-se que este projecto da ARCA teve luz verde para avançar, em contrapondo ao projecto que na altura tinha sido apresentado pela Cruz Vermelha.
Mas como mudaram os tempos, mudaram-se as vontades.
Enfim, uma situação insólita ou nem tanto, neste cantinho habituado a coisas estranhas...

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Dr. Júlio Henriques

Dr. Júlio Henriques

Agora que está em fase de remodelação o nosso antigo hospital, denominado por Prof. Júlio Henriques, será oportuno divulgar esta personalidade ilustre portuguesa, que teve o seu berço na actual vila do Arco de Baúlhe, do nosso concelho.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Pelo Arco


A 19 de abril, deixei aqui um post sobre as eleições na ARCA.
Volvidos dois meses e meio, veio-se a saber que aqueles que perderam as eleições interpuseram uma providência cautelar, para impedir a consumação do acto eleitoral.
Sabe-se que tiveram uma derrota também no Tribunal. A providência cautelar foi indeferida.
As coisas não lhes andam a correr nada bem lá pelo Arco...

terça-feira, 6 de julho de 2010

As árvores morrem de pé


Acabei de participar na última actividade promovida pelo Agrupamento de Escolas do Arco, que também é o meu agrupamento.
Por uma pretensão economicista surgiu, da noite para o dia, num destes dias de verão, a ideia de juntar, de fundir, os agrupamentos de escolas.
Mesmo sem ter qualquer dos objectivos propostos em vista, desde logo se colocou o encerramento do agrupamento do Arco e a sua fusão com o de Refojos, como um dado adquirido.
Aliás, o próprio presidente da Câmara transmitiu à sua directora que foi posto perante o encerramento do agrupamento este ano ou para o ano. Por isso considerou que o deveria ser já feito.
Chegados aqui, podem-se fazer algumas perguntas:
- Porquê tanta pressa?
- O que é que ganha o concelho com esta medida?
- Como irão ser compensadas as famílias por uma deslocação maior para resolverem as questões na sede que agora passará a ser em Refojos?
- Como se entende esta medida, numa ocasião em que em Refojos a escola ainda está em obras e não está nas melhores condições para incorporar um agrupamento inteiro? Aliás, nem condições tem para albergar e agrupar em centros educativos todos os seus alunos.
- Como se compreende que num concelho que mantém aberto um SAP (urgência), um tribunal, uma ECAE (Equipa de Apoio às Escolas) e outros serviços que têm vindo a fechar em todo o país e não consegue manter em funcionamento um Agrupamento de escolas?
- Será que o Presidente da Câmara está a perder poder?
- Ou não o quer usar?
- Ou será mesmo que o usou para proceder-se ao encerramento?
Perguntas que têm de ter resposta clara e concisa.
Porque entendo que fundir os dois agrupamentos não traz qualquer benefício para o rendimento escolar dos alunos, não melhora a qualidade do ensino, não há ganhos na relação entre as escolas e a comunidade, bem pelo contrário.
Por outro lado, a vila do Arco deixa de contar com um dos serviços que melhor interpretava o sentido de ser "arcoense", bem patenteado em múltiplas actividades que envolviam a comunidade.
Relembro os antigos desfile de vestido de chita, a feira medieval, as marchas populares, os desfiles de carnaval, ...
Por outro lado, este enceramento vem, mais uma vez, adulterar a carta educativa do concelho.
Como se entende a aceitação desse facto sem que os diferentes órgãos que a aprovaram se pronunciem?
Sim, nós cidadãos deste concelho queremos saber com rigor quem são os eleitos que votam a favor do encerramento do Agrupamento do Arco.
Queremos saber quais são os vereadores e os deputados da assembleia municipal que apoiam esta medida.
Porque a culpa não pode ficar solteira, fruto de uma decisão que se procura que não se saiba bem quem a tomou, quem a decidiu e quem a apoiou.
Esta questão exige rigor e clareza.
Como diz o ditado, à mulher de César não basta ser séria, é preciso parecê-lo.
Mas aqui parece que temos gato escondido com rabo de fora.

sábado, 12 de junho de 2010

Feira Medieval e Quinhentista


O Agrupamento de Escolas do Arco tem a decorrer a II Feira Medieval e Quinhentista.
Depois do êxito da primeira edição há dois anos, recriam na Rua do Arco um cenário medieval de uma feira.
A feira foi aberta com a leitura da carta de feira, da varanda da Casa do Povo.
Seguiram-se várias actuações dos alunos das várias escolas do Agrupamento.
À noite, o programa teve a actuação do grupo musical "Al Medievo" e duas brilhantes encenações dos alunos da EB 2, 3 do Arco.
Depois da sentença do auto-de-fé, foi queimada a "bruxa", mas também a "queimada tradicional" aqueceu as gargantas de quantos puderam assistir ao espectáculo.
Mais uma notável iniciativa do Agrupamento de Escolas do Arco, que mobiliza todos os seus estabelecimentos de ensino, com o que isso representa de envolvimento das comunidades locais.
Pena é que num concelho tão carente de iniciativas sócio-recreativas e de carácter educativo, muitos dos principais responsáveis se alheem destas iniciativas e não lhes dediquem a atenção e o empenho que merecem.
Merecem pelo significado que têm, merecem pelas dinâmicas que mobilizam, merecem pela qualidade que apresentam.
Pela minha parte só tenho que saudar a direcção do Agrupamento e todos os professores, funcionários, alunos e encarregados de educação que conseguem idealizar e executar uma iniciativa com esta envergadura e qualidade.
As centenas de pessoas, que durante a tarde e a noite estiveram presentes, testemunham quão justas e merecidas são as palavras de elogio à organização.
Hoje, sábado, entre as dez e as dezoito horas e trinta, muito há ainda para apreciar.
Lá estaremos...

segunda-feira, 19 de abril de 2010

ARCA


Li hoje, num café do Arco, o comunicado da Direcção da ARCA, que reproduzo, sobre a não realização da Assembleia Geral, com o objectivo de eleger os novos órgãos sociais.
Há meses que se conhecem os problemas com que se debatem internamente, fruto da perda do apoio do poder político local.
Não conheço as condições em que ocorreram os factos invocados pela Direcção da associação, mas sinceramente já vi "este filme" em algum lado.
Penso que parte dos protagonistas são exactamente os mesmos...
Lamentável que o associativismo do concelho esteja sujeito a estes procedimentos.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Saudades da Escola

A edição de Janeiro do jornal Arco-Íris, do Agrupamento de Escolas do Arco, publica dois textos em que sou visado, os quais aqui reproduzo.




Este, manifestamente, graças à bondade do amigo Telmo Bértolo, a quem agradeço a deferência.
Agradecimento extensivo à equipa redactorial do jornal.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Dia seguinte IV

Ficou célebre a expressão de Jorge Coelho, "quem se mete com o PS leva!".
Variações de toda a ordem têm sido proferidas e assumidas, um pouco por todo o lado.
Depois, lamentamos os acontecimentos negativos, como o trágico acontecimento, de ontem, de Ermelo, em Mondim de Basto.
Mas, pelo país, ficaram outros actos a merecer profundo reparo.
Também, por aqui, se questiona o aparato que foi montado à porta da assembleia de voto do Arco de Baúlhe?
É esse um comportamento aceite legalmente?
Segundo a opinião da CNE - Comissão Nacional de Eleições não é.
A propósito de queixas feitas sobre situações similares, aquela entidade referia, ontem, "a impossibilidade material em repor a normalidade", aos microfones de uma estação radiofónica nacional.
Manifestando ainda a falta de penalização adequada para as infracções registadas.
Como se compreendem os atropelos aos mais elementares princípios cívicos?
Como se compreendem os "insultos" e "ameaças" trocados?
Num país em que o "crime" compensa, em que "quem tem um olho é rei", em que o "poder" usa "o poder da força em vez da força do poder", a democracia e a liberdade ainda têm um longo percurso a fazer.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Sinalização rodoviária

Já aqui critiquei as alterações feitas na sinalização rodoviária, quando entendi que essas alterações prejudicam a segurança.
É justo que agora faça um apontamento a louvar uma outra alteração feita, que vem melhorar a segurança.
Trata-se do fim da possibilidade de ultrapassagem na descida da nova via de acesso à A7, no sentido Arco - Cabeceiras.
Estava ali uma armadilha, onde creio que já alguns caíram e só por sorte não resultou em nenhum acidente grave.
Devemos sempre zelar pela segurança rodoviária. Basta analisar os dados estatísticos para ter a certeza que todo o cuidado é pouco.
Ainda bem que se resolvem alguns dos problemas detectados.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Novo ano escolar 2


O início do novo ano escolar em Cabeceiras de Basto tem novidades.
O Agrupamento de Refojos está em verdadeira revolução.
Se por um lado está em fase final de conclusão das obras do novo 'Centro Educativo', por outro a EB 2 e 3 está desmoronada e as actividades lectivas vão decorrer em contentores, paredes meias com o estaleiro das obras de reconstrução da escola.
Espera-se, portanto, um ano difícil para todos.
No Agrupamento do Arco, espera-se ainda pelo início da construção de um outro 'Centro Educativo', isto é a construção de mais um edifício junto da actual EB 2 e 3.
No entretanto, e já em pleno Agosto, a autarquia deu conhecimento de que os alunos de Petimão (Alvite) e Passos deixarão de ser integrados na escola da Faia (onde estiveram no ano lectivo anterior), para se deslocarem para Refojos.
Medida que no ano passado foi reclamada pelos encarregados de educação e pelos autarcas de Alvite e Passos, mas que não foi atendida.
Contudo, como este ano estamos em véspera de eleições sempre é melhor não arriscar perder uns votitos.
Claro que isto é má língua... de facto só agora é que há mais uma sala para albergar 26 alunos. Não cabiam em Alvite ou Lameiros, como foi sugerido, no entretanto do ano que passou...
Dia 14 começarão as actividades lectivas para os alunos.
Espera-se que até lá estejam definidos os apoios sócio educativos: cantinas, transportes, fornecimento de livros e materiais escolares, actividades de enriquecimento curriculares, tudo obrigações legais da autarquia, por forma a que o ano lectivo arranque sem os sobressaltos dos anos anteriores.
Talvez tenhamos mais sorte, escolas, professores e encarregados de educação, pelos motivos óbvios.
Cá estaremos para ver e comentar...

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

'Andar pelos cantos, ... atrás dos arbutos!'


Casas de banho do palco, junto ao Mosteiro

Quem se passeia pelas ruas do centro da nossa vila de Refojos não tem uma casa de banho pública em condições de ser utilizada.
As casas de banho junto ao Externato, há muito que deixaram de ter as condições de utilização pública.
Mais recentemente foram criadas umas novas casas de banho, conforme a foto documenta, nos fundos do palco que se encontra nos terrenos adjacentes do Mosteiro.
Contudo, talvez para evitar o que aconteceu nas outras, estão encerradas.
Assim sendo, só nos resta ir "fazendo pelas esquinas" ou no pé de alguma árvore...
Parece muito mau para uma terra que se pretende acolhedora, limpa, asseada.
Já agora, vem aí o S. Miguel.
Altura em que somos visitados por milhares de forasteiros.
Altura em que dezenas, senão mesmo centenas, de feirantes permanecem acampados por aí.
Há que criar condições mínimas de higienização pessoal e de preservação do ambiente.
Já é tempo, muito tempo, para que os responsáveis tenham preparado um plano de adequado às condições da feira e das festas do concelho.
O mesmo se poderá dizer para as festas de N.ª Sr.ª dos Remédios, no Arco de Baúlhe.
O tempo de andar pelos cantos, atrás dos arbustos, não se coaduna com as exigências de higiene e salubridade pública. No tempo das festas e no dia-a-dia.
É assim que acontece nas terras civilizadas.
Servem as pessoas, preservam o meio ambiente e, geralmente, criam ainda uns postos de trabalho.
Não entendo como não conseguem ver esta necessidade!

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Sinalização rectificada


Primeira sinalização

Nova sinalização


Acabo de ser informado que "a empresa que procedeu à colocação da sinalização se esqueceu da placa indicativa da Cruz Vermelha", no Arco, pelo que já rectificou a situação.
Pelos vistos são oportunas as chamadas de atenção que vão sendo feitas na blogosfera.
É sinal de que se está atento, que as críticas são justas e construtivas.
Fica o registo.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Sinalização urbana



Foi recentemente renovada e melhorada a sinalização urbana nas vilas de Refojos, Arco e Cavez.
É um acto de louvar, já que bem necessária se torna uma correcta identificação dos acessos e dos equipamentos existentes, para quem nos visita, já que os residentes os conhecem bem.
No entanto, no Arco há reparos a fazer.
Junto à capela de N.ª S.ra dos Remédios temos a indicação da sede da Junta de Freguesia e dos Correios no sentido da Rua do Arco, mas que se saiba aí só fica a residência do presidente da Junta.
Talvez venha por antecipação das futuras instalações, mas por enquanto só confunde.
O zelo foi tal, que até o Jardim de Infância teve direito a uma identificação autónoma no cruzamento da EN 206 junto à Casa Oliveira.


No entanto, em plena Av. Capitão Elísio de Azevedo não existe nenhuma indicação do acesso ao Núcleo da Cruz Vermelha, ou, no troço da EN 205, o acesso à delegação do Centro de Saúde (ficando-se apenas pela indicação na rotunda e no cruzamento), pelo que duas das instituições de grande interesse público não se encontram sinalizadas.
Não era preciso tanto para demonstrar quanta animosidade e discriminação para com algumas das instituições.
Já agora espera-se que a antiga sinalização seja removida para que pelo menos não haja confusões e poluição ambiental.
Fica o reparo...