Pela Liberdade! Como sempre na batalha pela Liberdade (de expressão) e pela Democracia. Mais um desafio a vencer!
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Novo Ano, novo desafio!
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Mudar de atitude
sábado, 24 de dezembro de 2011
Estamos no Natal!
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
É por isso que estamos neste estado!
domingo, 26 de dezembro de 2010
O Natal já passou
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
FELIZ NATAL
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
A prenda de Natal
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Encerramento do SAP?
Encerramento do SAP?
Estas afirmações ocorreram no lançamento da nova entidade “a Basto Vida – Serviços de Acção Social e Cuidados de Saúde, uma Cooperativa de Interesse Público de Responsabilidade Limitada, cujo capital social está repartido entre a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, com 80%, e os restantes 20%, por outros cooperantes singulares ou colectivos”.
Ora um jornal normalmente tão bem informado e expressando afirmações de oradores tão conhecedores daqueles meandros, só pode pré-anunciar o encerramento (para breve?) do Serviço de Atendimento Permanente – SAP, isto é a designada urgência hospitalar que há anos é assegurado pelos serviços do Centro de Saúde em Cabeceiras de Basto.
Aqui chegados urge perguntar: os responsáveis da autarquia e o directório do PS irão voltar aos comícios, às manifestações, para protestar contra o encerramento do SAP?
Ou agora já pode uma qualquer entidade, uma cooperativa (ao que nós chegámos!), criada nos meandros políticos, servir para substituir um serviço que se exigia do Sistema Nacional de Saúde?
Como sempre afirmámos, o encerramento do SAP é inevitável. Tal como tem vindo a acontecer por muitos concelhos, do norte ao sul do país.
O que estava em causa era encontrar uma solução para os problemas que se colocavam ao nosso concelho e que mitigasse os efeitos negativos das medidas legislativas adoptadas, que foram aprovadas, no início desta década, para a área da saúde.
Entenderam de forma diferente, prejudicando o concelho e os cabeceirenses.
Como sempre, a realidade escreve a história certa, independentemente das vontades de quem tudo faz para a contrariar.
Boas Festas
E já estamos no fim de mais um ano. Ano difícil.
Ano em que muitas desgraças assolaram o mundo. Não esqueço a tragédia da Madeira, por nos ser mais próxima.
Mas este ano ficará marcado, fundamentalmente, pelos efeitos da grave crise económica e financeira da Europa e, para nós particularmente, a de Portugal. O desemprego, o corte nos apoios sociais, o corte de vencimentos, o aumento de impostos, a degenerescência do poder político, atulhado de escândalos, são o reflexo dessa mesma crise.
Que nesta época natalícia, as bênçãos de Deus nos ajudem a suportar as agruras destes difíceis dias e sejam alento para o novo ano, que, como sempre, esperamos que seja melhor do que o anterior, mesmo que nada o augure.
Desejo a todos os leitores Boas Festas e Bom Ano de 2011.
Publicado na edição de "O Basto", em Dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Boas Festas
Aproxima-se o Natal e a entrada no Novo Ano.
É, por tradição, uma época de fraternidade, de família, de felicidade.
Porém, nos dias de hoje, quem sente o espírito natalício?
Não estamos todos preocupados com as consequências da desgovernação dos últimos anos, que nos arrastou para a penúria?
Não estamos antes preocupados com o agravamento do desemprego, dos impostos, das taxas (uma nova forma de tributação e duplicação de receitas do Estado), das subidas previstas do custo de vida, do aumento dos juros e encargos bancários, …?
Como podemos, nestas circunstâncias, augurar boas festas e esperança para 2011?
Realmente, o cenário é triste e preocupante. Vivemos momentos difíceis, onde já campeia a fome e a miséria. Muitas vezes às nossas portas, mesmos que delas não tenhamos devida consciência.
Exige-se, nos dias de hoje, que as instituições de solidariedade estejam cada vez mais atentas e mais disponíveis para ajudarem a encontrar soluções para as situações de maior carência.
Exige-se que o Governo, para além das medidas de contenção que obviamente terá de tomar, não abandone de vez aqueles que mais dizia defender: os mais desprotegidos.
Que neste negro contexto, seja ainda possível viver o Natal em família, que o Menino Jesus nos traga uma estrela de esperança para nos iluminar em 2011.
Texto para publicação na edição online de "O Basto"
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
sábado, 26 de dezembro de 2009
É Natal!
É Natal, é Natal!
Nesta época é normal haver um tempo de esperança, de alegria, de bem-estar.
Contudo, este ano, os números do desemprego não nos dão esse alento.
Exactamente no dia 24, dia de consoada, o Correio do Minho dava conta dos números do desemprego no distrito de Braga, referentes ao mês de Novembro.
Neles havia uma boa notícia, 112 pessoas a menos no distrito na lista de desempregados.
Nos concelhos de Braga, Guimarães, Famalicão, Fafe, Vizela, Vila Verde e Celorico de Basto há uma tendência de descida do desemprego.
Mas, em Cabeceiras de Basto, como nos restantes concelhos do distrito, o número de desempregados vai aumentando.
Não há Natal onde reina o desemprego...
Não há Natal neste Portugal onde a miséria é cada vez maior.
Talvez por isso, este Natal chegou e passou sem deixar uma marca significativa.
Que possamos viver o verdadeiro Natal no próximo ano...

