Pela Liberdade! Como sempre na batalha pela Liberdade (de expressão) e pela Democracia. Mais um desafio a vencer!
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Novo Ano, novo desafio!
sábado, 15 de dezembro de 2012
Sou candidato!
É para mim uma grande honra e uma enorme responsabilidade.
Uma grande honra, por terem confiado em mim e no trabalho que tenho desenvolvido ao longo dos anos, no nosso concelho, quer como Professor, quer
Uma enorme responsabilidade, porque num contexto político, social e económico difícil, quer a nível local, quer nacional, se me exige determinação e empenhamento de modo a defender um projeto que promova o futuro de Cabeceiras e dos Cabeceirenses.
Tal como sempre fiz, trabalharei em prol da nossa terra e das nossas gentes.
Espero ser digno da confiança que em mim depositaram.
Espero, também, contar com o apoio e a colaboração de todos aqueles que entendem chegada a hora de mudar e fazer de Cabeceiras uma terra mais atraente, mais desenvolvida, com mais emprego, com maior sensibilidade social, com melhor qualidade de vida.
Por Cabeceiras e pelos Cabeceirenses!
terça-feira, 31 de julho de 2012
Notas soltas
quinta-feira, 28 de junho de 2012
A reforma do Poder Local
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Passado, presente e futuro
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Na cauda...
Hoje é domingo e acabo de ver os resultados do fim-de-semana desportivo, ao nível dos clubes do nosso concelho.
Os principais clubes, o Atlético Cabeceirense e o Desportivo do Arco, disputam a última divisão da AF de Braga (2.ª), juntamente com o GD de Cavez e o S. Nicolau de Basto, enquanto o Águias de Alvite, milita na divisão superior (1.ª).
Com profunda apreensão verifico que os nossos representantes no futebol federado se atolam na cauda das classificações.
No final da primeira volta, o Águias de Alvite está no limiar da descida, podendo na próxima época regressar à 2.ª divisão, juntando-se aos restantes clubes.
Olhando para aquela divisão, verifica-se que os três últimos classificados são, respetivamente, Desportivo do Arco, Atlético Cabeceirense e S. Nicolau de Basto. O Cavez ainda se encontra em oitavo lugar, a meio da tabela.
Não é por falta de investimento. Basta ver o mapa dos subsídios atribuídos pela autarquia. As contas de 2010, registam os seguintes valores:
- Atlético Cabeceirense – 50.000 €
- Desportivo do Arco – 38.700 €.
Como se compreende a atual situação?
Quem decide não sabe o que está a fazer? O que está a financiar?
Quais são os critérios para os apoios?
Em contrapartida, como se verifica, os clubes mais pequenos vivem com parcos apoios (G. D. Cavez – 7.750 €, aos outros não especificado).
E como entender que o único clube a militar numa divisão nacional, em futsal, a Contacto pague muito mais à Emunibasto do que os apoios que recebe da autarquia?
Algo está muito mal na área do desporto em Cabeceiras.
É o que dá a politização (partidarização) do desporto.
Redunda em maus resultados desportivos e péssimos efeitos na gestão dos clubes.
Pelo meio, deixam-nos, a todos nós Cabeceirenses, tristes pela imagem que de nós damos.
Cabeceiras de Basto não merecia esta sorte.
Até porque podemos fazer melhor, muito melhor.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Dar nas vistas!
Já é costume em meses de verão, para dar nas vistas aos emigrantes.
Desta vez, coube ao Arco de Baúlhe a honra do feito.
As obras na confluência da EN 205 com a 206 e o novo arruamento de acesso ao Caneiro, obras paradas há algum tempo, reiniciaram-se com a construção de uma nova e ampla rotunda.
Ficou foi a faltar espaço para as viaturas passarem.
Pelo meio, e como é hábito, faz-se, desfaz-se, refaz-se, volta a fazer-se.
É assim o planeamento municipal.
Lamentavelmente!
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
UM PESO E DUAS MEDIDAS
Agora é a diferença de atitude entre duas instituições a quem a Câmara Municipal começou por viabilizar a construção, mas que agora se vêem em situação diferente na fase da sua conclusão.
A ARCA não tem licença, mas à Fundação Gomes da Cunha foi concedida, mesmo que não tenha, tal como a ARCA, os arranjos exteriores concluídos.
Esta situação vem agora divulgada no blogue ASSOCIADO DA ARCA - A VERDADE.
Mas nada disto é novo.
Aquando da viabilização destes dois projectos, outro ficou para trás, o da Cruz Vermelha do Arco.
Mas sempre assim foi na relação da autarquia com os clubes de futebol, depois com as associações, por fim com as escolas.
A esta "escola" de diferenciação têm chamado de direito de discricionaridade.
Está dentro dos parâmetros dos direitos de opção de quem governa.
Só poderemos, então, questionar como nos governam...
sábado, 22 de janeiro de 2011
Câmara anuncia abertura de Escola
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Chove onde se devia ensinar...
Ali ao lado estão umas instalações novas, quase prontas, onde foram gastos cerca de quatro milhões de euros, mas que, por quanto veio a público no JN, estão inacabadas por graves falhas nos concursos de empreeitada, da responsabilidade da Câmarta Municipal.
Muito mais grave do que as irregularidades são as péssimas condições que se dão aos alunos, professores e funcionários para exercerem as suas funções.
Depois queixam-se dos resultados e de aparecerem no fundo dos rankings educativos...
sábado, 15 de janeiro de 2011
Imbróglio de obra deixa alunos em contentores
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Insólito ou nem tanto...
terça-feira, 6 de julho de 2010
As árvores morrem de pé
quarta-feira, 30 de junho de 2010
IRRA!!!!!!!!
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Desemprego aumenta
terça-feira, 15 de junho de 2010
Aeródromo ou hipódromo?

Há longos anos que a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto deu início às obras daquilo que veio a designar por aeródromo, em Abadim.
O projecto nasceu, segundo dizem, da necessidade de haver um local de apoio ao combate de fogos florestais pelos meios aéreos.
Foi com base nesse pressuposto que foi ignorada a falta de estudo de impacto ambiental, de violação da Reserva Ecológica Nacional (REN) e que o Exército Português ali investiu muito trabalho.
Durante os muitos anos de obras, se questionou sobre o projecto da obra, o seu orçamento, as suas efectivas finalidades.
A tudo isso, sempre a autarquia reagiu com o silêncio.
Até que, depois de uma modificação profunda do local, lá aparece uma pista de 700 m de comprimento, por 25 m de largura, conforme consta de informação disponibilizada em site de aeronavegação - http://www.pelicano.com.pt/zp_cabeceirasdebasto.html.
O impacto ecológico e visual é muitíssimo mais vasto, conforme se pode verificar na foto que ilustra este trabalho.
Mas qual não é o nosso espanto quando depois de inaugurado o referido aeródromo, este se transforma, por artes mágicas, em hipódromo municipal.
Lá se vê (na fotografia também) a delimitação da pista para as corridas de cavalos.
Afinal em que é que ficamos: temos um aeródromo ou um hipódromo?
Será compatível este duplo estatuto?
Será que a ideia do aeródromo só serviu de “lebre” para justificar a obra e depois de feita mudou de finalidade?
Não será de questionar, agora mais do que nunca, onde estão os estudos indispensáveis a estas obras, o estudo de impacto ambiental e o parecer da REN, bem assim dos respectivos projectos e orçamentos?
Não questiono o papel importante que esta(s) infra-estrutura(s) podem ter para um concelho como o nosso, mas têm de ser devidamente estuda(s), planeada(s) e executada(s), sob pena de não conseguirem atingir os objectivos.
Objectivos que estão em causa em várias vertentes.
Que meios de apoio existem no local?
Como será possível aí os instalar, quando a área está na REN?
Como serão rentáveis estes investimentos para quem os quisesse fazer?
Como já referi, numa outra ocasião, a actividade ali desenvolvida só serve os interesses de pessoas de fora do concelho, os vendedores ambulantes.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Obra d' "arte"
terça-feira, 13 de abril de 2010
Limpeza das valetas
terça-feira, 16 de março de 2010
Por onde anda o nosso dinheiro 2
terça-feira, 2 de março de 2010
Obras públicas, interesses privados
