domingo, 12 de dezembro de 2010

Reciclar ou imundice?

Ao longo dos últimos tempos, e bem, têm sido colocados equipamentos para recolha de materiais para reciclagem, os designados eco-pontos.
No entanto, em alguns dos locais, esses equipamentos estão muitas vezes cheios, impedindo o depósito de mais resíduos ou levando as pessoas a abandoná-los nas suas imediações.
Pior é contudo a situação da existência de eco-pontos em estado deplorável de conservação e limpeza, que nada convida a que sejam usados.
Um exemplo bem patente é na praceta do Quinchoso. Um local muito frequentado e que dá uma péssima imagem.
Um reparo a quem de direito...

sábado, 11 de dezembro de 2010

Socialista de outros tempos

Manuel de Arriaga

Socialista de outros tempos
Era oriundo de famílias aristocráticas e descendente de flamengos.
O pai deixou de lhe pagar os estudos e deserdou-o.
Trabalhou, dando lições de inglês para poder continuar o curso. Formou-se em Direito.
Foi advogado, professor, escritor, político e deputado.
Foi também vereador da Câmara Municipal de Lisboa.
Foi reitor da Universidade de Coimbra.
Foi Procurador-Geral da República.
Passou 50 anos da sua vida a defender uma sociedade mais justa.
Com 71 anos foi eleito Presidente da República.
Disse na tomada de posse: "Estou aqui para servir o país. Seria incapaz de alguma vez me servir dele..."
Recusou viver no Palácio de Belém, tendo escolhido uma modesta casa anexa a este.
Pagou a renda da residência oficial e todo mobiliário do seu bolso.
Recusou ajudas de custo, prescindiu do dinheiro para transportes, não quis secretário, nem protocolo.
Foi aconselhado a comprar um automóvel para as deslocações, mas fez questão de o pagar do seu bolso.
Este SENHOR era Manuel de Arriaga e foi o primeiro Presidente da República Portuguesa.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Boas Festas

Aproxima-se o Natal e a entrada no Novo Ano.

É, por tradição, uma época de fraternidade, de família, de felicidade.

Porém, nos dias de hoje, quem sente o espírito natalício?

Não estamos todos preocupados com as consequências da desgovernação dos últimos anos, que nos arrastou para a penúria?

Não estamos antes preocupados com o agravamento do desemprego, dos impostos, das taxas (uma nova forma de tributação e duplicação de receitas do Estado), das subidas previstas do custo de vida, do aumento dos juros e encargos bancários, …?

Como podemos, nestas circunstâncias, augurar boas festas e esperança para 2011?

Realmente, o cenário é triste e preocupante. Vivemos momentos difíceis, onde já campeia a fome e a miséria. Muitas vezes às nossas portas, mesmos que delas não tenhamos devida consciência.

Exige-se, nos dias de hoje, que as instituições de solidariedade estejam cada vez mais atentas e mais disponíveis para ajudarem a encontrar soluções para as situações de maior carência.

Exige-se que o Governo, para além das medidas de contenção que obviamente terá de tomar, não abandone de vez aqueles que mais dizia defender: os mais desprotegidos.

Que neste negro contexto, seja ainda possível viver o Natal em família, que o Menino Jesus nos traga uma estrela de esperança para nos iluminar em 2011.

Texto para publicação na edição online de "O Basto"

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O NAVIO FEDE...

NAVEGAVAM HÁ MESES E OS MARUJOS NÃO TOMAVAM BANHO NEM TROCAVAM DE ROUPA, O QUE NÃO ERA NOVIDADE NAQUELE TEMPO, NA MARINHA BRITÂNICA.

Mas o navio fedia!...
O Capitão chama o Imediato:
- Mr. Simpson, o navio fede, mande os homens trocarem de roupa!
Responde pressuroso o Imediato:
- YES SIR!... E parte para reunir os seus homens e diz, com aquele seu ar inteligente e de reconhecida competência:
- Sailors!, o Capitão está se queixando do fedor a bordo e manda todos trocarem de roupa....

E acrescenta, com voz de comando:
- David troque a camisa com John, John troque a sua com Peter, Peter troque a sua com Alfred, Alfred troque a sua com Jonathan... e assim foi prosseguindo até correr todos os marinheiros...
Quando todos tinham feito as devidas trocas, volta ao Capitão e diz:
- Sir, todos já trocaram de roupa. Eu próprio verifiquei!
O Capitão, visivelmente aliviado, agradeceu e manda prosseguir a viagem.

É MAIS OU MENOS ISSO QUE VAI ACONTECER NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES...

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Mensagem de Natal

Aqui deixo uma primeira mensagem de Natal.
Uma mensagem tecnológica...

COISAS QUE NÃO SABEMOS OU NÃO LEMBRAMOS...

Sabia que...
- Nos conventos, durante a leitura das Escrituras Sagradas, ao se referir a São José, diziam sempre " Pater Putativus ", ( ou seja: "Pai Suposto" ) abreviando em P.P .". Assim surgiu o hábito, nos países de colonização espanhola, de chamar os "José" de "Pepe".


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- Cada rei no baralho de cartas representa um grande Rei/Imperador da história:
. Espadas: Rei David ( Israel )
. Paus: Alexandre Magno ( Grécia/Macedônia )
. Copas: Carlos Magno ( França )
. Ouros: Júlio César ( Roma )


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- No Novo Testamento, no livro de São Mateus, está escrito " é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha que um rico entrar no Reino dos Céus "... O problema é que São Jerônimo, o tradutor do texto, interpretou a palavra " kamelos " como camelo, quando na verdade, em grego, "kamelos" são as cordas grossas com que se amarram os barcos.
A idéia da frase permanece a mesma, mas qual parece mais coerente?


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- Quando os conquistadores ingleses chegaram a Austrália, se assustaram ao ver uns estranhos animais que davam saltos incríveis.
Imediatamente chamaram um nativo ( os aborígenes australianos eram extremamente pacíficos ) e perguntaram qual o nome do bicho. O índio sempre repetia " Kan Ghu Ru ", e portanto o adaptaram ao inglês, " kangaroo" ( canguru ).
Depois, os lingüistas determinaram o significado, que era muito claro: os indígenas queriam dizer: "Não te entendo ".


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- A parte do México conhecida como Yucatán vem da época da conquista, quando um espanhol perguntou a um indígena como eles chamavam esse lugar, e o índio respondeu " Yucatán ". Mas o espanhol não sabia que ele estava informando " Não sou daqui ".