segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Parabéns ADBASTO!

A ADBASTO comemorou hoje o seu sexto aniversário.
Esta modesta mas interventiva associação tem-se constituído como o último bastião da liberdade de imprensa regional do concelho, através do jornal "O Basto".
Goste-se ou não do estilo, goste-se ou não da forma, goste-se ou não dos protagonistas, temos de reconhecer que, ao longo dos últimos seis anos, foi a ADBASTO e o seu jornal "O Basto" a janela que permitiu o arejamento da comunicação e do debate em Cabeceiras de Basto.
Só por isso o seu mérito é incalculável.
Espera-se é que continue no futuro com idêntica abertura e empenho.
A liberdade e a democracia muito lhe ficam a dever...

domingo, 29 de novembro de 2009

Interculturalidade

Não me creio no lote dos racistas ou dos xenófobos. 
No entanto, também não sou daqueles que aceitam uma convivência sem regras, sem princípios e em subalternidade.
Todos os países e todos os povos têm o dever de acolhimento e de solidariedade.
Não ignoro, nem esqueço, quanto os nossos emigrantes passaram ou foram ajudados noutras paragens por onde andaram à procura daquilo que a sua própria pátria lhes negou.
Porém, todos aqueles que procuram apoio, trabalho, melhores condições de vida noutras paragens têm direito a ver respeitados os seus valores, as suas tradições, as suas formas de vida.
Penso, contudo, que não têm o direito de pôr em causa os valores, as tradições e as formas de vida de quantos os acolhem.
Vem tudo isto a propósito de uma mensagem do primeiro-ministro australiano à comunidade muçulmana naquele país e que aqui reproduzo a parte final.
"Este é o nosso país, a nossa terra, e o nosso estilo de vida. E oferecemos-vos a oportunidade de aproveitar tudo isto. Mas se vocês têm muitas razões de queixa, se estão fartos da nossa bandeira, do nosso compromisso, das nossas crenças cristãs, ou do nosso estilo de vida, incentivo-os fortemente a tirarem partido de uma outra grande liberdade autraliana: O DIREITO de PARTIR. Se não são felizes aqui, então PARTAM. Não vos forçamos a vir para aqui. Vocês pediram para vir para cá. Então, aceitem o país que vos aceitou."
Hoje, um pouco por toda a Europa e por outras paragens do mundo, existem graves conflitos entre as comunidades residentes de origens diversificadas, normalmente centradas nas questões religiosas e culturais.
Com o aumento do número das comunidades migrantes, transformam-se sociedades pacíficas em palcos de elevada conflitualidade.
É um fenómeno que não é novo, que todos reconhecem como problemático, mas para o qual as sociedades não têm encontrado as melhores soluções.
Se não houver uma maior acutilância sobre estas questões, estaremos a fabricar uma bomba explosiva de dimensões incalculáveis.

sábado, 28 de novembro de 2009

Vou trocar de telemóvel

Vou trocar de telemóvel.
Estou a suspeitar que ando a ser escutado.
E como não gosto que ouçam as minhas conversas privadas, vou arranjar um telemóvel sem assinatura e sem carregamentos, um telemóvel descartável.
Estas cenas do primeiro-ministro sempre dão para a gente aprender a fugir à justiça.
Por isso, se me ligarem e eu não atender, já sabem, liguem para o outro número...
Não se esqueçam que nós cidadãos normais somos perigosos "criminosos".
Não temos direito à destruição de escutas.
Não temos bons e caros advogados.
Por isso, é melhor prevenir do que remediar.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Liberdade de Imprensa

Um País só é livre quando a comunicação social tem liberdade de expressão.
Não há democracia onde não impera a liberdade de expressão.
No entanto, todos os poderes têm por princípio limitar e / ou condicionar essa liberdade.
O que se passou entre o primeiro-ministro e a TVI, o Público, o Sol e outros órgãos de comunicação vem demonstrar ao nível em que descemos na garantia das liberdades e direitos.
Nem se percebe porque os mais altos dignitários do País ainda não tomaram as decisões que se exigem, perante tão graves e tão numerosos casos de situações abusivas.
Mas o que se passa ao mais alto nível do poder em Portugal, vai-se também replicando um pouco por todos os concelhos, entre os poderes instalados e os jornais e as rádios locais e regionais.
Já aqui referi, há algum tempo, a situação que se vive com a designada Rádio Voz de Basto.
Como um dos fundadores e seu primeiro director de programas muito lamento o estado a que chegou.
Deixou de ser um bastião da realidade social, política, económica de Cabeceiras de Basto e da região de Basto.
Outros valores e interesses se sobrepuseram e condicionam a sua liberdade de actuação.
Pergunto:
Onde está o debate de opiniões? Opiniões sociais, de desenvolvimento, de projectos...
Onde está a informação sobre as associações,  clubes e  demais instituições locais?
Onde está o direito ao contraditório?
Onde está a isenção, o pluralismo, o respeito pelos direitos a informar e a ser informado?
Não estará na altura de lhe mudar o nome, para o adequar à nova realidade?
Enfim, este país está a ficar cada vez mais condicionado, mais limitado, menos livre e menos democrático.
Isto 35 anos após a revolução da Liberdade!

Inovação em computadores!

Quero um destes...

Testemunho oportuno...


Gabriel Chalita defende professores em discurso na Sessão Plenária





De: You Tube, a partir de um post de Ramiro Marques, em profblog.