PARA QUE O MAL VENÇA BASTA O SILÊNCIO DOS QUE QUEREM O BEM
O Arcebispo de Kirkuk (Iraque), D. Louis Sako, fez ontem um sentido
apelo aos cristãos da Arquidiocese de Braga e, através destes, aos
cristãos portugueses e europeus, para que não se acomodem a ver os
ataques que estão a ser feitos à Igreja, especialmente no Médio
Oriente e Ásia, e «saiam para a rua» em protesto. «Por favor, não se
esqueçam de nós! Somos vossos irmãos», rogou o prelado, que falava no
Auditório Vita, em Braga, numa conferência organizada pela Comissão
Arquidiocesana Justiça e Paz em parceria com a Fundação Ajuda à Igreja
que Sofre.
ESTE ANO JÁ FORAM ASSASSINADOS 160 MIL CRISTÃOS. PODERÁ SE O SEGUNDO
HOLOCAUSTO, COM OS ISLAMITAS NO LUGAR DE HITLER
Até quando vamos ficar calados e quietos no nosso comodismo?
O holocausto tem as suas raizes na aprovação pelo parlamento alemão de
legislação que retirou alguns direitos aos judeus, transformando-os em
cidadãos de segunda. E os povos ditos civilizados não protestaram, não
levantaram a voz. Nos países islamitas acontece o mesmo em relação aos
cidadãos não muçulmanos: não são cidadãos de pleno direito. Nem
legalmente nem de facto. E ninguém protesta. Nós, através da NATO, até
ajudamos a criar países muçulmanos em terras cristãs (ex-Jugoslávia) e
propiciamos condições para que os muçulmanos possam exterminar os
cristãos.
Como não há causa sem efeito, pagaremos cara esta nossa cobardia colectiva!
Pela Liberdade! Como sempre na batalha pela Liberdade (de expressão) e pela Democracia. Mais um desafio a vencer!
terça-feira, 8 de novembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Cuidado com a Super Cola 3
É preciso muito cuidado com as mãos na utilização da “SuperCola 3”.
Coitada da Senhora!
Mas como é que ela consegue vestir o casaco?!
Coitada da Senhora!
Mas como é que ela consegue vestir o casaco?!
domingo, 6 de novembro de 2011
Conferência em Cabeceiras
Divulgo a realização da conferência a realizar no próximo sábado, dia 12 de Novembro, pelas 21 horas, no auditório do Quartel dos Bombeiros Voluntários Cabeceirenses, com o deputado europeu Eng.º José Manuel Fernandes.
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José Manuel Fernandes
Atração pelo abismo
O abismo é sempre um desafio.
Um desafio à coragem, um desafio às nossas capacidades, um
desafio aos limites.
O abismo é também a beleza, a expressividade da Natureza.
Mas nas relações sociais, na economia, na vida coletiva,
existem limites e o ultrapassar desses limites também nos leva ao abismo.
A crise económica e financeira, que a Europa vive, tem vindo
a levar ao abismo as economias mais fracas, mais vulneráveis, com a Grécia à
cabeça.
Porém, a Grécia tem revelado um atração fatal pelo abismo.
Mesmo agora que a Europa chegou a acordo para perdoar parte
considerável da dívida grega e para emprestar mais uma centena de milhar de
milhões euros, eis que o primeiro-ministro resolveu requerer um referendo.
Costuma-se dizer: pobres e mal agradecidos!
Alguém espera que um povo, que há meses vive em rebelião por
causa das medidas de austeridade, vai viabilizar, em referendo, as medidas que
contesta?
Obviamente que não!
Esta situação cria uma situação agravada de crise
internacional, que desde logo provocou enorme erosão financeira.
Erosão que se sente, de forma mais acentuada, nas economias
mais sensíveis, como a nossa.
Com a evolução negativa que se regista, estamos a correr
para o abismo, com consequências imprevisíveis.
Também por cá há quem julgue que se resolve o problema
desafiando os limites, não cumprindo os compromissos que assumimos.
Nesse caso temos os partidos de esquerda (PC, BE) que desde
o princípio se demarcaram de qualquer compromisso, de qualquer negociação. Mas
temos agora o próprio PS que não sabe o que fazer da vida.
Pediu o apoio internacional. Negociou os seus termos.
Durante o tempo em que ainda governou fê-lo da forma mais irresponsável,
deixando agravar o défice nos primeiros seis meses do ano. E agora tem dúvidas
quanto à posição a tomar?
Não tem a responsabilidade pela situação criada, pelos
termos dos compromissos internacionais que subscreveu?
Ou será que Seguro também quer cair no abismo da
irresponsabilidade de Sócrates?
Os portugueses já pagaram e vão pagar ainda mais pela irresponsabilidade
de uma governação que foi de delapidação do erário público.
Hoje, temos a obrigação de cumprir os compromissos que
assumiram para resolver os problemas que criaram.
As medidas são duras, muito duras, mas não temos
alternativa.
Melhor, temos o abismo por limite.
Publicado na edição online de "O Basto"
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
11/11/11 – O FIM DO ENSINO
Em tempos passou um sábio por um reino, deixando todos maravilhados com a sua sabedoria. De tal modo sábio, mas também ousado, propôs ao rei ensinar o seu burro a falar no espaço de um mês, a troco duma quantia acordada. O rei, como gostava de possuir aquilo que mais ninguém tinha, aceitou a proposta. O sábio, passado o mês, vai ao palácio real entregar o burro, uma vez que havia já cumprido o seu trabalho. No dia seguinte, o rei mandou que trouxessem o homem à sua presença, indignado por este não ter ensinado o burro a falar e reclamando o seu dinheiro de volta. Então, com uma atitude humilde, o sábio disse que não devolveria o dinheiro porque tinha, de facto, e ao contrário do que o rei afirmava, ensinado o burro a falar. “Como, se ele não fala?”, perguntou o rei, furioso. Então o sábio respondeu, seguro de si: “Isso não é problema meu. Eu ensinei, ele é que não aprendeu.” O rei era um homem sensato, apesar das suas manias, pelo que deixou o homem ir em paz.
Esta parábola antiga evidencia aquilo que é fundamental para que a aprendizagem aconteça: um lado a ensinar e outro a aprender. Quem não quiser, ou não tiver condições à partida para fazer uma determinada aprendizagem, não a fará. E nesse caso não se podem apontar culpas a quem ensina. Ora, este é o grande drama do ensino na atualidade. Os alunos não são burros, mas se a sua atitude não for a adequada face à aprendizagem, também não aprenderão, e isso não quer dizer que o professor não esteja a cumprir o seu papel. Por vezes ouve-se de alguns alunos e de alguns pais (e não só) que os professores não ensinam. Seria importante que tivessem esta parábola em mente.
Quem teima em atribuir culpas aos professores tem de olhar para esta realidade, uma vez que o comportamento dos alunos é o grande responsável pelo seu insucesso. Então pode questionar-se… A quem compete mudar este estado de coisas? E resposta é simples… É a quem permite que isto aconteça. Não são os professores que ensinam os comportamentos incorretos aos alunos, nem são eles que produziram a legislação que empecilha todo e qualquer trabalho sério no sentido de os disciplinar.
Nas situações mais complicadas manda-se para a rua. (Muitos professores não mandam por causa daquilo que está escrito neste parágrafo.) Para mandar para a rua é preciso preencher papéis. Depois os pais contestam os papéis, às vezes com mais papéis. Para fazer um conselho disciplinar é preciso que haja muitos papéis desses, de preferência acompanhados por outros papéis, acrescentados por quem instaurar o processo, se for caso disso. O conselho de turma propõe uma pena que poderá não agradar ao diretor da escola, nem aos membros do conselho pedagógico. Quer dizer, lá no fundo concordam, mas não decidem de acordo com a sua consciência com receio de que venham outros papéis: dos pais, da sua associação, da psicóloga, da direção regional ou do ministério… que façam tudo voltar atrás. Isso obrigaria a analisar de novo os antigos papéis e a apreciar os novos papéis, a equacionar anteriores receios e os novos receios. No fim, os diretores e os conselhos pedagógicos acabarão, em regra, por decidir aquilo que mais agradar aos pais, que é uma simples repreensão escrita ou o arquivar do processo. Escusado seria dizer que o professor poderá muito bem vir a ser apontado, pelo aluno e pelos pais, como o culpado por tudo isto.
Mas as questões disciplinares são muito mais complexas do que aquilo que se restringe a uma sala de aula. Nas muitas escolas onde os problemas disciplinares não têm o desfecho que deviam ter, os alunos passam de boca em ouvido a mensagem “aqui podemos fazer o que quisermos porque não nos acontece nada”. Isso inclui estragar equipamentos, agredir colegas, insultar professores e funcionários. Obviamente, assim já se percebeu que não se vai lá e que ambos perdem: os professores, porque se desgastam e desmotivam; os alunos, porque não aproveitam como poderiam as aprendizagens que os professores lhes tentam passar.
Não cumprindo o seu papel, o ensino chegou ao fim. Já não é ensino porque deixou de haver educação. O ensino não sobrevive à ausência de educação. Daqui a uns tempos não se chame ensino a “isto”, porque “isto” já não o será. Utilize-se ou invente-se outra palavra. Porque gostamos de números curiosos, podemos propor como data simbólica para o fim do ensino o dia 11/11/11, onde cada 1 existe a par com outro 1. Facílimo de recordar, por muito tempo que passe.
Paz à sua alma.
António Galrinho
Professor
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quarta-feira, 2 de novembro de 2011
A dura realidade
Não tenhamos ilusões: não há outra solução, com este ou com outro governo qualquer.
Os desvarios dos últimos anos tinham que dar neste resultado.
Os desvarios dos últimos anos tinham que dar neste resultado.

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Excelente Análise do Jose Gomes Ferreira ao actual Estado do País.... Provando a enorme irresponsabilidade da Governação da Era Sócrates... Era bom que este ...
A crise é a melhor bênção
Não podemos desejar ou pretender que as coisas mudem, fazendo sempre o mesmo. A crise é a melhor bênção que pode acontecer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera-se a si mesmo sem ficar "superado".
Quem atribui à crise os seus fracassos e penúrias, violenta o seu próprio talento e respeita mais os problemas do que as soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas em soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la."
*Albert Einstein
Quem atribui à crise os seus fracassos e penúrias, violenta o seu próprio talento e respeita mais os problemas do que as soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas em soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la."
*Albert Einstein
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